Meu Perfil
Convidado
Mensagens: 0


Alterar
Ver
Tópicos e mensagens
Buscar
 
 

Resultados por:
 


Rechercher Busca avançada

Últimos assuntos
» Amanda Fialho (vídeo)
Sex Fev 16, 2018 5:14 pm por dimebag

» Prostituição é algo degradante? (opinem)
Qui Fev 15, 2018 8:37 pm por GLOGC

» Uso abusivo de photoshop
Qui Fev 15, 2018 3:48 pm por taradinho12

» Perfis que compartilham no Twitter vídeos transando sem preservativo
Qui Fev 15, 2018 3:41 pm por Dr. Armando Komeku

» Pirocão da trans Luana Navarro (vídeos)
Qua Fev 14, 2018 5:45 pm por Abdullah Karali

Parceria
Acompanhantes Brasilia Travestis

MegaTopsBrasil

Travestis RJ - Rio de Janeiro

HDVideosTravestis

TravestiComLocal

The Models

A Mais Bela Travesti

GPGBH

Votação

Conheci o TRANSGRESSÃO através de:

34% 34% [ 91 ]
42% 42% [ 111 ]
10% 10% [ 26 ]
10% 10% [ 26 ]
4% 4% [ 10 ]

Total dos votos : 264


Travesti Yasmim Sales diz ter sido agredida por PMs após ser proibido de usar banheiro

Ir em baixo

Travesti Yasmim Sales diz ter sido agredida por PMs após ser proibido de usar banheiro

Mensagem  Dr. Armando Komeku em Qua Ago 09, 2017 5:28 pm

Travesti Yasmim Sales diz ter sido agredida por PMs após ser proibido de usar banheiro

Após ato de preconceito, Yasmim Sales mostrou os seios como protesto.
Comando da PM diz que nunca houve ato de "discriminação".


02/09/2014 11h01 - Atualizado em 04/09/2014 22h42
Veriana RibeiroDo G1 AC

A travesti Yasmim Sales, de 22 anos, acusa policiais militares de a agredirem no domingo (31) durante o Arraial do Sesc, em Rio Branco. A confusão teria começado após ela ser impedida pela organização do evento de usar o banheiro feminino para trocar de roupa. Como forma de protesto, ela retirou a blusa e ficou com os seios expostos durante a apresentação.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Em protesto, Yasmin tirou a blusa e ficou com os seios à mostra (Foto: Reprodução/TV Acre)

Todo mundo ficou indignado, porque no mundo quadrilheiro a maioria é homossexual, e muitas pessoas que vão assistir são pais ou primos deles. Como forma de protesto, os homens da quadrilha tiraram a blusa. Como eles me consideraram homem, eu também tirei. Foi quando ocorreu toda a polêmica. A organização chamou a polícia que disse que eu estava presa", conta.

Yasmim conta que tentou explicar que não usaria o banheiro masculino porque poderia causar constrangimento aos homens, já que tem aparência feminina. Diante da negativa, ela ficou com os seios à mostra, em protesto.

"Expliquei toda a situação, porque eu não iria usar o banheiro masculino sendo que eu tenho uma aparência feminina, que ia ser constrangedor para quem estivesse no banheiro masculino. Eles disseram que não podia, que tinha que ser o que constava no meu RG, então eu tinha que ir no banheiro masculino.  Eles deram a entender que eu sendo homem, eu podia trocar de roupa em qualquer lugar. Então, decidi trocar de roupa ali mesmo", relata.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Travesti diz que protesto ocorreu após ser impedido de usar banheiro (Foto: Veriana Ribeiro/G1)


Nesse momento, três policiais foram conversar com Yasmim.  "Eles disseram que eu não podia trocar de roupa ali, porque eu tinha seios e estava em local público, sendo que antes eles tinham me considerado do sexo masculino. Ora, se eu sou do sexo masculino então eu não tenho seios, tenho tórax", afirma.

A agressão, no entanto, só teria ocorrido após a apresentação da quadrilha. Yasmim  lembra que quando os policias foram prendê-la, a população que estava assistindo ficou revoltada, o que gerou tumulto no ambiente.

A travesti relata que foi jogada no chão e arrastada até a viatura. "A população não queria deixar que me levassem para a viatura. Eles começaram a me bater, enforcar, me jogaram no chão e começaram a me arrastar, até que uma hora eles conseguiram me colocar dentro da viatura", diz.


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
Yasmim mostra as marcas da agressão (Foto: Veriana Ribeiro/G1)


Outras versões
No dia seguinte à confusão, as três partes envolvidas se pronunciaram sobre o caso. Cada um tem uma versão diferente do ocorrido.  A organização do evento afirma que em 30 anos  nunca tinha ocorrido uma situação como essa. A diretora regional do Sesc, Débora Dantas, acredita que houve excesso por parte de Yasmim, já que os integrantes da Liga de Quadrilha tinham um espaço exclusivo com dois banheiros.

"O bloco de Lazer 2 é o local que eles têm para trocar de roupa, colocar a maquiagem, é como se fosse o local de concentração. Nós vamos procurar conversar, temos tido uma boa relação com a Liga, nunca tínhamos tido problema e vamos ter que apurar", afirma.

Para Adelcimar dos Santos, presidente da Liga das Quadrilhas, ocorreu preconceito por parte da organização. "Teve uma falha por parte da organizção do evento em barrar uma pessoa entrar no banheiro. Essa pessoa se sentiu no direito de protestar junto com o grupo deles e fizeram o protesto", diz. Ele também repudia a atuação dos policiais. "A gente pede um esclarecimento porque uma equipe de polícia tem pessoas que agridem uma mulher sem necessidade", ressalta.

PM nega discriminação
A Polícia Militar apresenta uma outra versão do caso. O policial militar Ednaldo Queiroz, que estava presente na ocorrência, afirma que os integrantes tentaram impedir a prisão e chegaram a jogar pedras no carro da polícia.  "Durante a apresentação teve um brincante que tirou a camisa e mostrou os seios para todo mundo. Quando fomos dar voz de prisão ao autor, os outros integrantes tentaram tirar o preso das nossas mãos. Nós conseguimos pegar o preso, os outros pegaram um tijolo, jogaram no pára-brisa e quase acertaram a cabeça de um policial", disse.

O comandante do 1º Batalhão da Polícia Militar, major Kimpara, defende os policias e afirma que eles agiram com cautela. "Não existe e não existiu por parte da Polícia Militar nenhum tipo de discriminação. Como comandante, eu trabalho com eles, nunca tiveram nenhum problema dentro do batalhão e inclusive nessa ação trabalharam com cautela", afirma.

O coronel Mário César, subcomandante da Polícia Militar, afirma que foi necessário usar a força devido a quantidade grande de pessoas que tentaram impedir a intervenção da policia. "Eram muitas pessoas que não admitiam a intervenção da polícia, porque segundo eles isso é liberdade da expressão sexual. A gente não entende dessa forma. Entendemos que deve ter respeito em qualquer ambiente e nossos policiais foram lá para manter a ordem", acredita.

Fonte: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



================================
Se foi isso que realmente aconteceu é muito estranho mesmo... scratch
Na hora de trocar a roupa é impedida de usar o Banheiro Feminino por não ser Mulher. Consideraram ser um Macho!  :musc:
No entanto, quando tirou a blusa não acharam que é do Sexo Masculino...
e consideraram ser Mulher!!!... crazy

_________________
Procurando sempre tratar as pessoas com respeito e consideração.
avatar
Dr. Armando Komeku
Moderador
Moderador

Mensagens : 4479
Data de inscrição : 20/02/2014

Voltar ao Topo Ir em baixo

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum