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Ato pede justiça após travesti ser assassinada a facadas em Boa Vista

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Ato pede justiça após travesti ser assassinada a facadas em Boa Vista

Mensagem  Rubinho Flash em Sex Out 27, 2017 11:24 pm

Ato pede justiça após travesti ser assassinada a facadas em Boa Vista

Manifestação também ocorreu em solidariedade a mulher morta a facadas pelo próprio marido. Ação ocorreu nesta quinta-feira (26), na Orla Taumanan.

________________________________________
Por Jackson Félix, G1 RR
27/10/2017 01h01  Atualizado há 20 horas


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Mulheres acenderam velas paras as vítimas de assassinato (Foto: Jackson Félix/G1 RR)


Centenas de pessoas participaram de uma manifestação pacífica na noite desta quinta-feira (26), na Orla Taumanan, Centro de Boa Vista, para pedir justiça à travesti venezuelana Sthephany Tablante, de 27 anos, morta no domingo (22) com várias facadas nas costas.

O ato intitulado 'Silêncio nunca mais' também ocorreu em solidariedade a Joseane Oliveira Pinto, de 30 anos, esfaqueada no pescoço pelo próprio marido.

A manifestação teve início por volta das 18h e contou com a participação da Associação de Travestis, Transexuais e Transgêneros do Estado de Roraima (Aterr), Grupo DiveRRsidade, representantes da Defensoria Pública do Estado (DPE), estudantes, professores, artistas e ativistas de diversos movimentos sociais.

Segundo a organização, o ato se encerrou por volta das 20h10 e reuniu cerca de 200 pessoas. Não havia policiamento no local.

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Manifestantes colaram cartazes com pedidos de justiça (Foto: Jackson Félix/G1 RR)


De acordo com uma das organizadoras do evento, a defensora pública Jeane Xaud, o movivento ocorreu como um pedido de justiça e pelo fim da violência de gênero.

"Essa violência de gênero precisa ser mudada e a gente não pode ficar esperando que o poder público faça tudo, que infelizmente ele ainda é sexista e patriarcal. Nós vamos acompanhar os desdobramentos dessas investigações", disse.

Durante a programação, representantes de diferentes movimentos discursaram sobre o combate à transfobia e o feminicídio. Na ocasião 23 mulheres subiram ao palco e em seguida acenderam velas em referência a quantidade de facadas desferidas contra a travesti.

"Pedimos justiça e que ela venha a nosso favor e não em benefício do assassino, pois ele vai ter que pagar pelo crime que cometeu", comentou a vice-presidente da Aterr, Sabrina Nascimento.

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Artistas se apresentaram durante o ato (Foto: Jackson Félix/G1 RR)


Assassinatos

A travesti venezuelana Sthephany Tablante, de 27 anos, foi morta no domingo (22) próximo a Orla Taumanan, no Centro da capital. Ela foi golpeada pelo servidor público Reginaldo Ferreira da Silva, 58 anos, com oito facadas profundas nas costas e outros 12 cortes no corpo, informou a Polícia Civil.

Em depoimento, o suspeito alegou ter sido vítima de uma tentativa de assalto e disse que agiu em legítima defesa. Porém, uma testemunha do crime disse que Sthephany foi morta em razão de um desentedimento com Silva, que teria se recusado a pagar por um programa sexual.

A Ordem dos Advogados do Brasil em Roraima (OAB-RR) informou nesta quinta-feira (26) que vai acompanhar as investigações sobre a morte da travesti.

Também no domingo, Joseane Oliveira Pinto, de 30 anos, foi esfaqueada por José Silva Oliveira, 43 anos. Após matar a companheira, o homem trancou a casa e fugiu. Ele usou o celular da vítima para informar a polícia sobre o crime, segundo a Polícia Civil.

Oliveira alegou que matou a mulher após uma discussão e que ela teria tentado matá-lo, mas não disse o motivou suposto desentendimento.

A versão, segundo o delegado, não foi convincente, pois aparentemente a vítima foi morta em cima da cama enquanto dormia.


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