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Minhas memórias (Velasco Alvarado)

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Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Qua Mar 16, 2016 12:20 pm

Esse tópico é meio um varandão da saudade. Venho pensando em me aposentar, após "33 anos de serviços prestados" nas delícias do sexo com as nossas musas. Achei por bem fazer isso por volta dos 50 anos, por conta de um certo senso crítico que sempre tive. Aos poucos, o que era músculo tornou-se gordura, por mais que eu faça as abomináveis e intermináveis séries de abdominais. Faltam atrativos físicos em mim e desculpas para dar em casa, a uma esposa maravilhosa. Assim, para ser bem justo, tenho pensado em não mais castigar mais as beldades com meu físico arredondado, nem a minha "senhora" com as constantes traições. A ideia ainda não é definitiva. Já me “retirei dos gramados” outras vezes, por alguns anos, e acabei retornando, como um Sílvio Caldas T-Lover. Quem é mais velho sabe de quem estou falando.

Sempre fui uma espécie de lobo solitário na atração e sedução das nossas musas. Tinha medo do olhar social, da sacanagem dos colegas. Portanto, a "caça" às musas sempre foi uma busca individual, apesar de minha primeira t-gata ter sido mostrada por um colega. E aqui começo as minhas memórias. Espero não incomodar aos demais colegas.

Desde que me entendo por homem, sinto atração pelas travestis. Isso surgiu lá pelos meus 11 anos, nas fotos do "Baile dos Enxutos" que a "Fatos & Fotos" publicava. Estou falando dos idos de 1976, quando muitos sequer haviam nascido. Tempos de Rogéria e Valéria...  Depois, caiu em minhas mãos a primeira revista erótica com uma travesti. Era uma daquelas suecas. A travesti era uma morena peituda, linda, mas que não sorria. Gostosamente séria...

Eu morava em subúrbio do Rio, mas, graças a Deus, em 1983 aportei em Copacabana, à época um paraíso para quem gostava das nossas musas. Era a época do boom da Roberta Close, cuja revista (“Close”) eu tinha e gastava nos banheiros da vida. Mas cadê a coragem? Era zero. Preconceituoso, achava que havia dois sexos apenas e que o terceiro era coisa de “bicha”. Bobalhão. Iria em breve descobrir que o mundo não era bem assim.

Foi graças ao meu amigo que comecei a me aproximar do mundo trans. Uma noite, rodando a esmo pela zona sul, ele me mandou tocar para Ipanema, no quadrilátero fatal: Garcia Dávila, Aníbal de Mendonça, Prudente de Moraes e Visconde de Pirajá. Ali, naquela época, as musas exibiam seus corpos esculturais e ofereciam sexo diferente a quem quisesse pagar por isso, para desespero de quem morava na área. E curtir seus corpos custava caro.

Foi com meu amigo do lado que bati o primeiro papo com Denise, minha primeira musa. Morena, linda e dona de um corpo escultural, ela preferia a Visconde, perto de uma banca de jornais, e a Garcia. Flanava por ali e entrava e saía de carros a noite toda. Conversamos, os três, de pé, com meu carro estacionado na esquina. Senti firmeza na guria. Se eu começasse nisso, seria com ela. Mas sem meu amigo. Queria aquele corpão só para o meu prazer.

Dias depois daquele papo, e já sabendo quantos cruzeiros iria custar aquela chupadinha no meu pau (era o máximo que eu iria me permitir), voltei à Visconde. Dei sorte. Ela estava por lá. O acerto foi rápido. Em segundos, ela estava no banco do carona do meu Chevette. Meu coração batia forte, com a certeza de que, como naquela época, todo mundo estaria vendo o que estava fazendo. Enquanto o Chevette voava rumo ao estacionamento do Clube Piraquê, na Lagoa, eu suava frio. Sabendo que era a minha estréia, Denise resolveu me tranquilizar. Na altura do Corte do Cantagalo, baixou a cabeça rumo a meu colo, abriu a bermuda que eu usava e sacou minha pica, começando ali mesmo o serviço. Mal eu sabia que chupar piroca com o carro em movimento era uma de suas fantasias – e o caminho para sua perdição.

Não sei como não bati com o carro ao sentir aquela boca experiente descendo e subindo com gosto no meu pau de 18 anos de idade. Sei que amei aquela sensação, que namorada nenhuma tinha me dado até então. Garotas como eu, inexperientes como eu, não sabiam como chupar. Denise sabia tudo. Era essa a diferença. Consegui chegar ao Piraquê nem sei como. Ali, ela continuou aquela chupada maravilhosa, molhada, com aquele barulhinho que só as travestis sabem fazer quando chupam, entremeado por gemidos. Embora não seja um adorador de boquetes (gosto mesmo é de meter pica), gozei relativamente rápido, inundando a boca da minha musa com muita porra. Nem é preciso dizer que, em 1983, camisinha era peça em desuso no vestuário sexual.

Denise represou a porra na boca e tentou abrir a janela para cuspir. Como o Chevette já tinha cinco anos de uso, estava quebrada. Teve de abrir a porta mesmo para despejar meu néctar de piroca no chão do estacionamento. Rimos bastante do contratempo, conversamos um tempo e regressei à pista. Ela amou saber que estava me iniciando. E pediu que eu voltasse para comer seu cuzinho. Demorou um tempo para que isso ocorresse. A grana era curta e entre pagar para trepar (mesmo com quem sabia tudo) e gastar no motel com minha namoradinha da época, a escolha era óbvia. Com o fim do namoro, sobrou um troco. E parti para saber como se come um cu de verdade.

Demorei para reencontrar Denise, mas, no dia em que calhou de vê-la com dinheiro e carro, não teve jeito. Fiz ela saltar para dentro do Chevette e rumei para o Pìraquê. Era domingo, mais ou menos umas 8 da noite, e ali iria comer um rabo de verdade, de alguém que não ia reclamar, nem dizer que era “errado”, mas iria curtir. Denise estava toda queimada de praia, e a operação de comer seu cu no estacionamento, no banco da frente do Chevette, foi complicada. Meu pau, porém, não queria saber de complicação: ficou apontado para o teto o tempo todo. Com a ajuda de um bocado de Vasenol (creme para as mãos que ela usava para lubrificar o rabo), em segundos minha pica deslizava no seu cu profundo. Eu estava comendo a bunda de uma travesti gostosa pela primeira vez na vida.

Devo ter demorado menos de cinco minutos para gozar, o que foi bom, já que o velhinho que cuidava do estacionamento do Piraquê veio conferir aquele sobe e desce da minha bunda branca no banco do carona. Gozei horrores no cu de minha musa. No couro. Era 1984. Época de risco total. Afinal, na cabeça do moleque que eu era (e da sociedade em geral...), Aids era coisa de gay americano, e eu tava transando com uma mulher diferente, apenas. O que não deixa de ser verdade (a parte da mulher diferente, não a de que Aids é coisa de gay americano. Aids não vê sexo, religião, gosto, país... Aids mata).

A passagem de Denise em minha vida foi marcante. Transamos mais três vezes. Com ela fui ao meu primeiro pulgueiro, em Copacabana, cujos quartos ficavam no alto de uma escadaria. Ali eu a enrabei ao som de “You’ve got a friend”, logo depois do Rock in Rio I. Também foi com ela que estive no primeiro privê da vida, logo após o Brasil ganhar da Espanha pela Copa de 1986. Uma tarde inesquecível, pois passamos quase uma hora transando, entre lençóis macios da casa. Tudo, repito, sem camisinha, naqueles anos loucos.

Em 1987, reencontrei Denise outra vez, em Ipanema, já pelos lados da Barão da Torre. E tive um choque: seu rosto estava desfigurado por um acidente de carro, que aconteceu com ela fazendo uma chupeta num cliente na subida da avenida Niemeyer. O rapaz não conseguiu parar e entrou com o carro na traseira de um ônibus. Os dois se machucaram bastante, mas sobreviveram. Uns tempos depois, soube que ela mudara para Petrópolis, onde vivia sua família. Segundo uma outra boneca (como as chamávamos na época), ela tentou uma cirurgia plástica que não deu certo e voltou a ser cabeleireira. Nunca mais soube dela.

Neste período entre 1983 e 1987, transei com várias outras travestis, sempre em encontros únicos. Rolava apenas tesão e pronto. Tudo sem camisinha, uma loucura completa. Neste período também tive dois noivados e um casamento, o que me tirava tempo para as escapulidas. Denise foi a primeira musa, da qual guardo boas lembranças. Mas outras se seguiram: Camila, Angel, Keyla, Juliana e uma famosíssima, que será a única que não revelarei o nome. Também vou contar um pouco dos meus tropeços e confusões. Espero que vocês gostem das histórias verídicas de um t-lover.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Fabio-BSB em Qua Mar 16, 2016 1:28 pm

Porra sensacional, acredito que muitos aqui se identificam com sua história, e eu assim como você às vezes fico um tempo afastado, às vezes volto, direto dou voltas pela w3 norte mesmo sem ter grana, so pra ver, pra curtir, acredito que você deveria curtir até quando a saúde permitir, ninguém eh modelo, tenho menos de 30 e tenho umas banhas tbm... kkkk acho que independente de aparência, se você for pelo menos higiênico e conseguir ser cheiroso até la embaixo eh o que importa, tenho 10 anos de estrada nessa vida de T-gatas e ja acumulei algumas histórias tb, grande abraço
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Valeu, meu nobre

Mensagem  Velasco Alvarado em Qua Mar 16, 2016 3:28 pm

Mais histórias...

De 1987 a 1989, minha vida ficou centrada no primeiro casamento. Fiz de tudo para que desse certo, mas não deu. Incompatibilidade de gênios. Não havia como prosperar.  Aos poucos, fui saindo de casa e voltando para a rua. A primeira escapada aconteceu meio sem querer, naquela de dar uma carona da Lapa até a Central do Brasil e a menina propor um boquete no caminho. E foi assim que começou a acabar o casamento.  Findo o compromisso, eu estava livre para, novamente, cair nos braços de quem me quisesse sem impor condições. Comecei a namorar bastante e retomei a minha vida sexual com as travestis.

E foi nesta época que conheci a Michelle. E, com ela, pela primeira vez, vi o pau de uma travesti. Pois é... Até então, jamais vira o pau de uma travesti, embora tivesse transado com umas dez. Machista, acreditava que o que os olhos não vêem, o coração não sente. Mal sabia que gostaria muito do que iria ver.

Conheci a Michelle num ponto de ônibus da Lapa. Nesta época, para engrossar meu orçamento, fazia uns anéis de osso bem legais. Quando vi aquela trans-mulher de mais de 1,80m de altura, fiquei completamente tarado. Dei um dos anéis (não o de couro) para ela, explicando o trabalho baseado em uma figura inca. Peguei seu telefone, mas não liguei.

Preferi voltar armado. Literalmente. Nesta época eu andava com uma turma de tiras. Saímos um sábado à noite três caras e três garotas. Meus dois amigos, que eram policiais, se deram bem e arrastaram as meninas para o apartamento que dividíamos em Botafogo. A que estava comigo não quis dar. Peguei o carro de um deles e fui deixar a moça em casa. Ela morava no Bairro de Fátima. Na descida, o carro já fez o caminho natural: Riachuelo, Lavradio...

E lá estava a Michelle.

Nem pestanejei. Parei e perguntei preço. Boquete no carro, tanto. Mandei entrar. Fomos para a esquina do Hospital Espanhol, ali perto. Árvores altas, sombra, Rio de Janeiro de 1989. Saquei a pica e ela deu uma mamada histórica, enquanto subia a saia. De cara com uma das maiores e mais gostosas bundas que eu já vira, endoidei. Mas nem tanto. Tive o lampejo de, no meio do boquete, olhar o porta-luvas. Ali, repousando no coldre, estava um 38 cano curto, do dono do carro. Gelei total... Imaginei logo os Papa Mike encostando na gente, dando a dura, achando o berro, eu com uma travesti no carro de um tira da civil. Merda armada.

Diante disso, e de cara com aquele rabão, expliquei o perrengue do revólver e perguntei quanto ficaria para mudarmos o programa para um hotelzinho com garagem. Ela disse o preço, que cabia no meu bolso. Saí fora logo. Fomos para a Lavradio, onde há, até hoje, um hotel que não me lembro mais o nome que tem garagem. Mas como tinha manobrista, tive que carregar aquele troço no coldre de canela até o quarto.

Chegando lá, antes de voltar a cair de boca na pistola, ela quis ver a outra arma. Entreguei na mão dela. No máximo, iria roubar a arma, o carro e me roubar - talvez me dar um tiro, mas eu não tinha muito a perder na época e como nada era meu mesmo, nem temi. Afinal de contas, depois, ela iria se acertar com o dono, se fosse desonesta. Mas não era nem um pouco. Ficou foi doida de tesão.

Depois de me chupar como uma tarada, Michelle vestiu uma camisinha no meu pau e deitou-se na cama de bruços, com as pernas abertas, e me mandou cravar com força. Enquanto eu metia igual a um alucinado, ela sorria e gemia gostoso. Meti, meti, meti. Ela sorriu, sorriu, sorriu. Gozei igual a um louco. Nos vestimos e fomos embora, não sem antes ela dizer que eu a tinha deixado "excitada".

Aquela palavra ficou martelando a minha cabeça... De que jeito ela ficou excitada? Pergunta besta, que só um besta como eu fazia.

Bem, só havia um jeito de saber: ir lá de novo. Fui. Peguei ela, desta vez a pé, na Mem de Sá. Fomos no Mundo Novo (ou Novo Mundo, nunca sei). E por acaso pegamos um quarto que tinha um armário (?) com espelho na porta. Tarada, ela já foi me beijando na boca no caminho para o quarto. Chegando lá, sacou a minha pica, ajoelhou-se e mamou, até ela ficar em ponto de bala. Sem me perguntar nada, sacou a sua pica e começou a esfregar na minha. Confesso que fiquei paralisado, sem ter coragem de olhar para baixo. Mas passou. Lá estavam nossos dois paus, duros, namorando... Gostei do que vi. Mas sequer cogitei a hipótese de dar para ela. Aliás, continuo sem cogitar esta hipótese até hoje. Mas gostei de lutar espadas...

Meu caralho e seu pauzinho fizeram uma bela festa, até que ela encapou o meu, virou-se de frente para o espelho e mandou eu enfiar. Obediente, cravei de novo a pica naquele cu gostoso. Puxava seus cabelos louros, mordia de leve as suas costas e olhava para o espelho, para ver que ela estava de pau duro enquanto me dava o cu. Achei aquilo simplesmente sensacional. Ela estava com tesão em me dar. Me senti o macho alfa. Cravei sem dó ou piedade, e gozei. Confesso que não sei se ela gozou. Não seria novidade, já que quando enrabei a Débora, do relato anterior, no privê dela, ela também gozou, só que escondido, sem me mostrar. Ainda não queria saber se ela tinha gozado. Já fora muito avanço no campo sexual para uma noite.

Desafortunadamente, nunca mais a vi. Ainda nos falamos pelo telefone, mas ela estava indo viajar para a Europa. Jamais soube de sua volta.

Retomei às ruas e comecei a transar como um louco com as bonecas lindas da Lapa e Augusto Severo. De algumas eu me lembro bem. Uma baixinha que ficava na esquina da Lavradio com a Mem de Sá, que fazia um boquete sensacional. De uma altona que chupava meu pau na Praia de Ipanema. E da Camila, uma boneca morena que morava em Botafogo e que eu comi várias vezes, depois de levá-la da Augusto Severo para casa, de carona no carro da minha namorada. Mas nunca esqueci da Michelle, a primeira boneca que me mostrou que elas também ficam com tesão.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  mmrs_37 em Qua Mar 16, 2016 5:17 pm

Velasco, parabéns, vc tem que escrever um best-seller. Também me identifiquei com sua história. Estou com 40 anos, sarado, mas não posso desviar a grana de casa.. rsrsrs, ano passado saí apenas duas vezes, entretanto às vezes falo que nunca mais vou pagar trans, mas a carne é fraca, abraço.
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Valeu, parceiros...

Mensagem  Velasco Alvarado em Qua Mar 16, 2016 7:15 pm

Mais um pouquinho...

A farra que recomeçou em 1989 seguiu até 1991, mas já na era da camisinha. Neste tempo, pude curtir um bocado e conhecer lindas bonecas. Uma delas foi muito especial. Também se chamava Michelle. Era morena, alta, artista plástica e morava numa casa de cômodos na Rua do Lavradio. Transamos no carro, lá na casa de cômodos e na minha casa também. Foi tudo muito louco, pois lá em casa nós fizemos sexo em cima de um banco que ficava escorado numa janela de vidro. Coloquei ela de quatro no banco e eu, em pé, metia vara naquela bunda linda, enquanto ela apreciava também a paisagem da enseada de Botafogo. Pois bem, mal acabamos de trepar e nos levantamos dele, o banco varou a janela e caiu no playground do prédio. Saímos de fininho pela garagem e até hoje ninguém soube o que era feito naquele banco antes que ele despencasse de mais de dez andares. A sorte é que era de noite e ninguém estava no play... Anos mais tarde, soube que ela tinha sido morta na casa de cômodos, com dois tiros no rosto. Uma pena. Foi a primeira e única boneca que levei à minha casa. Também, depois do banco...

Nesta mesma época, fiz uma baita merda. Estava para traçar uma boneca morena, que era de Curitiba, no pulgueiro que fica naquela ruazinha atrás do Banco do Brasil da Rua Augusto Severo, na Glória. Naquele dia, não sei o que houve, que nada menos que três camisinhas explodiram. Nunca vi isso. Já estava querendo ficar sem tesão, embora ela fosse uma delícia. A boneca, então, me propôs o que a esta altura do Campeonato era uma loucura: "come meu cu sem camisinha que eu estou limpa". Eu, maluco, não medi consequências e meti fundo. Comi e gozei, enquanto ela pedia que eu roçasse minha barba na sua nuca e beijasse sua boca. Foi delicioso... Mas foi uma puta porralouquice, já que eu tinha uma namorada e acabara de fazer o que não podia: trepar sem camisinha com quem eu não conhecia.

Então, o que fiz? Dei uma sumida, dizendo estar doente, até que fiz o exame. Nem tive coragem para pegar o resultado e mandei minha irmã, pedindo que ela me desse a notícia fatal com cuidado. Deu negativo.  Fiquei feliz e voltei à gandaia. Nem sabia que tinha feito tudo errado em relação aos tempos sorológicos. Logo terminei com a menina e segui em frente. Por volta de 1991, me apaixonei novamente e dei uma grande parada na minha vida. Junto com esse acontecimento, me mudei para Brasília e fiquei quietinho até o ano 2000.

Mas... Mas é duro ficar quieto...

Em Brasília, decidi voltar Às musas no Setor Comercial Sul. Passei muitas noites por ali antes de me decidir quem seria a primeira moça a experimentar. Não demorou muito para escolher a Alessandra. Loura, alta e dona de um rabo interminável, Alessandra não era bonita, mas tinha um corpaço. A bunda dela, metida numa saia branca justa, me convenceu que eu iria me acabar ali.  Perguntei preço e onde seria o motel no qual iria comer sua bunda. Partimos, então, para o SIA, logo para o Fantasy, com aquela volta enorme pelos corredores, arriscando-se a topar com alguém conhecido.

No quarto, Alessandra foi a fêmea sonhada. Chupou meu pau com uma fome enorme e deixou aquele bundão imenso á mostra, para que eu a desejasse mais. Com tesão represado de quase uma década, pedi para comer o cu dela. Ela vestiu meu pau com uma camisinha, passou KY no cu e pediu: “mete”. Meti. E nem cheguei a me mexer. Gozei imediatamente. Tesão puro. Ainda tentei tirar para segurar, mas já era tarde: a camisinha estava lotada de porra. Pensei com meus botões: “puta merda, me fodi. Agora ela vai se vestir e acabou tudo”.

Que nada... A menina ficou encantada por ainda véu meu pau pulsando e despejando porra na camisinha. E propôs uma segunda... Pedi para dar um tempo, já que àquela altura da vida a passagem do primeiro para o segundo tempo era mais lenta. Ela tomou um refrigerante enquanto eu tomava uma ducha e voltava para a cama. Ao ver aquele bundão, meu pau se assanhou. Ela não se fez de rogada e caiu de boca. Em poucos instantes, o pau estava duro outra vez. Aí eu sabia que a coisa iria ficar boa. Alessandra vestiu outra camisinha, empinou aquele rabo interminável que ela tem (até hoje está na ativa e na passiva) e pediu para que eu metesse outra vez. De pé ao lado da cama, meti meu caralho nela. O bicho escorregou fácil naquele cuzão acostumado. O vaivém foi lento no começo, mas logo subi na cama e, engatado naquele traseiro, a abracei por trás e comecei a meter igual a um doido... Ela gemia, mordia o lábio, pedia mais... Eu, claro, bombava com força, igual a um alucinado, sabendo que iria demorar um pouco para derramar meu leite de pica nela...

Nem demorou tanto assim, talvez uns dez minutos ou 15... Começamos a ficar suados e ela pediu para que eu gozasse em seu cu. Aumentei o ritmo das estocadas e dali a pouco estava recheando outra camisinha com porra. Caí de lado, satisfeito. Voltara à ativa com uma gata especial... Eu e Alessandra saímos por quase três anos. Clientela fiel mesmo. Se ela estivesse no ponto, era com ela que eu iria sair. No começo, o entrosamento na cama era o máximo. Ela sabia que eu iria passar sempre ás sextas. E ficava me esperando. Como ela mesma me confessou, gostava de dar para mim. “Adoro quando você é o primeiro homem da noite a me comer”, disse, certa vez.

Eu não era 100% fiel. As noites em que ela não estava no ponto, catava uma morena linda chamada Rafaela, que morreu com um tiro no rosto, dado por um moleque de 17 anos. Rafa era servente de um colégio e foi vítima de homofobia. Ou então uma loura chamada Brenda, que adorava me por deitado na cama e sentar no meu pau até eu gozar, enquanto tomava uma cerveja. Essa também foi assassinada, pelo que soube... Mas Alessandra era minha escolha natural. Se ela estivesse lá, meu carro já parava ao lado dela no automático. Gostávamos de foder. Em várias ocasiões, eu dizia a ela: “hoje vou te comer em todas as posições possíveis”. Ela já se animava... dava de quatro, de ladinho, sentava no meu caralho, dava em pé, fodíamos embaixo do chuveiro...

Mas tudo que é bom acaba...

Um dia, passei no ponto e ela não estava. Perguntei a uma amiga dela, que me informou que ela fora fazer um programa. Eu tinha pouco tempo e resolvi sair com a amiga dela, a Fernanda Alves, de quem falarei mais à frente. Ela soube. Nada falou.  A partir daí, o sexo entre a gente foi esfriando... Ela já não vibrava tanto e um dia ligou a TV e ficou assistindo enquanto eu a comia. Desisti. Nunca mais saímos. Mas nunca a esqueci. Foi uma mina marcante. Foi a minha primeira em Brasília.

Outra hora eu conto mais.
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E surge a Fernanda Alves, a Piu Piu

Mensagem  Velasco Alvarado em Qui Mar 17, 2016 9:52 am

Fernanda Alves... Quem a conheceu no começo da carreira sabe que era uma princesa. Às vezes morena, às vezes loura, impressionava pelo corpo mignon extremamente feminino. E foi este corpo que me fez perder a cabeça. Começou justamente numa noite em que não encontrei a Alessandra no ponto. Como sempre a via junto da Fernanda, chamei-a e perguntei se a Alessandra estava pela rua. A Fernanda me disse, então, que a Alessandra tinha saído com um cliente... Não tinha muito tempo e me deu, então vontade de comer aquela delícia mignon... Convidei-a para ir a um motel. Dito o preço, rumamos para o Núcleo Bandeirante.

Lá, ao vê-la nuazinha, meu pau subiu de imediato. Meti e em segundos derramei o leite na camisinha. Bom, vamos embora... Que nada... Ela, de cara, emendou: "Nossa, você tava com tesão em mim mesmo... Parece meu namorado.. Mete e goza. Vamos ver se a segunda demora mais"...
Convite irresistível... Lá fui eu colocar meu pau rumo à lua e meter naquele rabo gostoso. Dessa vez bem demorado. Inundei a camisinha de porra. E ela: "Agora sim... Fico só comendo homem e quando acho alguém quer me comer fico logo doida".

Fernandinha era polêmica. Muita gente achava ela fria. Eu sempre tive ótimas noitadas com ela, sempre empurrando a pica neste cuzinho duas vezes. Chegamos até a trepar na casa dela, na época um hotelzinho modesto em Taguatinga.  Comi muito ela, mas beijo na boca, só selinho. Sempre respeitei. Mas faltou isso...

Um dia, Fernanda sumiu das ruas. Ainda a vi uma vez, mas ela não me reconheceu. Depois de comer muito o cu dela, no meio do caminho surgiu duas grandes paixões, uma aqui, duradoura, e outra em São Paulo, que incendiou a minha vida. Daqui a pouco eu conto.
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Pamella, minha paixão paulista

Mensagem  Velasco Alvarado em Qui Mar 17, 2016 10:40 am

Pamella Anderson... Eis uma garota que tornou o verão de 2002 ardente... Essa magnífica boneca paulista, infelizmente falecida na Itália, apareceu no meu radar pela internet. Conversávamos horas e horas nos MSN da vida. Trocávamos confidências e segredos. Foi surgindo uma natural vontade de nos conhecermos e assim ocorreu. Eu tinha um trabalho a realizar no Rio e aproveitei para marcá-lo numa sexta-feira. Avisei a ela, afirmando que poderíamos passar um fim de semana juntos, pois minha esposa estava viajando com meus filhos para outra cidade e eu teria o direito a um fim de semana livre.

Ela conhecia muito pouco o Rio e tinha curiosidade, então topou. Ofereci um bilhete aéreo, mas ela não quis. Foi de ônibus mesmo. Não se importava com luxos. Reservei um hotel simples, mas charmoso em Copacabana, para que ficássemos à vontade e fui curtir o Rio antes da chegada da musa. Na madrugada de sexta para sábado, fui buscá-la na rodoviária Novo Rio... Na época, era um pardieiro, mas ela não se aborreceu com nada, nem com o fato de ser quase quatro da manhã. E lá estava, na frente do ponto de táxi, a gata que iria me encher de alegria naquele fim de semana... Estava de carro e a peguei, depois de um breve desencontro. Ao entrar no meu carro, a loura me abraçou e me deu um baita beijo de língua. Já achei que o fim de semana seria fantástico.

Me enganei. Não por culpa dela...

Fomos, então, para o hotel, onde ela fez o registro com seu nome civil, mas pediu gentilmente que a chamassem de Pamella. O pessoal atendeu. Subimos para o quarto e fomos namorar – esse era o clima. Beijos, abraços e roupas no chão... Mas, cadê a camisinha? Não era motel, logo não tinha. Ela veio de viagem, não tinha. E eu, uma besta, fiquei na farra e não comprei. Pam não se apertou. Montou rapidamente uma fantasia deliciosa, onde eu era o sedutor, o homem mais velho que seduzia a trans novinha e quase virgem... Apertou o rego e fez meu pau deslizar bunda acima, sem chegar nem perto do cuzinho, mas fazendo uma pressão como se eu estivesse comendo o cuzinho de uma trans recém-iniciada... Isso com frases e descrições da situação que me levavam ao delírio... Sem contar com sua voz ultrafeminina... Meu caralho não resistiu e inundou de porra a área acima do cóccix. Caímos extasiados e cansados... O fim de semana prometia...

Mas eu tinha de ter deixado um assunto pendente. Na manhã seguinte, acordei com o telefone me chamando. Tive de deixar a gata só para resolver um problema profissional. Dei as direções da praia e marquei às 14h de sábado para sairmos... Só fui chegar às 17h30... Claro que ela estava sozinha e triste, achando que tinha sido largada numa cidade estranha... Pedi desculpas e disse que ela se arrumasse, pois iríamos jantar fora.
Pam colocou um vestido rosa... Até hoje me lembro... Ficou linda... Saímos para comer na Avenida Atlântica. Depois, fomos rodar nos pontos... Copa, Augusto Severo, Praça Paris, Lapa... Paramos para tomar um uísque. Ela nada bebeu. Eu tomei umas cinco doses. Resolvi levá-la a um motel (bêbado é foda, para que, se eu estava num hotel)...

Chegando lá, adivinhem...

Pois é, não funcionou...

Dei uma brochada daquelas. Meio de pileque, meu pau não subia... Não teve santo que levantasse... Fomos embora, eu puto, ela frustrada. Afinal, ali tinha de tudo... Eu é que estava mal... Chegando ao nosso hotel, antes de dormir, o pau dá sinal de vida. Pam não se faz de rogada e começou a chupar.... Uma das melhores chupadas de minha vida... Resultado: gozei, né.... A gata ficou na mão de novo... Comecei a brincar com o cu da Pam, algo que sempre fiz isso com maestria... E ela gostou. Enquanto eu fazia sacanagens com seu cuzinho, ela tocava uma punheta... Não aguentou e gozou na própria barriga... Uma delícia de se ver... Na manhã seguinte, meu último dia com ela, fizemos umas sacanagens gostosas, mas, de novo, não consegui comer seu cu. Até arrisquei uma pegada em seu pau. Não gostei. Não por ela. Não curto pau. Gosto de ver, de saber que ele está lá, de vê-lo gozar, mas passa disso... Paciência...

Voltei para casa cismado... Fiz sexo a semana inteira, em casa, com mulheres, com putas, com outras travestis. Não tava brocha, nem tinha sido ruim...

O que faltou então?

Faltou calma...

Eu tinha montando um cenário de filme naquele fim de semana, e não domei minha ansiedade... Assim, precisava voltar e refazer tudo, e com a Pamella... Liguei, marcamos nova viagem e lá fomos... Desta vez a coisa foi diferente. Ela chegou primeiro, se hospedou e eu entrei depois... Encontrei-a voltando da praia, a caminho do hotel. Já entrou no carro me beijando... Chegamos no quarto e tinha tudo: camisinha, KY, anseiedade domada...

Aí foi fácil...

Minha musa me chupou até ver o ponto certo. Colocou a camisinha e disse: “Vai meu macho, manda ver no meu cu... Mete pica que eu não estou mais aguentando de tesão em você”. Quem comeu a Pam sabe o quanto ela gostava da coisa. De quatro, aquele monumento na cama me excitava ainda mais. Passou KY no cu e direcionou minha pica no rabão. Meti gostoso... Foi só alegria... Passamos a noite daquela sexta-feira fodendo. Comi o cu dela até cansar. Metia, tirava... Frango assado, de quatro, de ladinho. Uma delícia. Caímos desmaiados, sei lá, depois do segundo gozo... Só acordamos com o café no quarto. Comi mais uma vez o cu da minha louraça e saímos para a praia... Passamos o sábado na reserva da Barra. À noite, tive de pegar o voo de volta. Não dava mais para ter outro fim de semana sozinho...

Voltamos a nos encontrar somente em fevereiro de 2003. Outro fim de semana no Rio, mas desta vez eu estava acompanhado. Inventei uma reunião e peguei um táxi fingindo que ia para o centro, mas fui pegá-la em Copa. Fomos para um dos motéis da Niemeyer. Uma tarde de festa... Chegando lá, já fomos para a hidro... Pamella, de joelhos, metia meu cacete na garganta... Logo depois, os dois em pé, ela mandou que eu metesse com força. “Vai gato, me arromba com esse pauzão, mete tudo, bate a coxa na minha bunda, bate rápido, mete tudo, bate a coxa na minha bundaaaaaaaaa”, gritava ela, enquanto eu cravava sem dó, nem piedade... Depois de sentar no meu pau, Pam gozou se masturbando. Eu preferi colocar ela de pé outra vez e meter até gozar naquele cu cheiroso... Almoçamos juntos, demos um tempo e lá fomos nós para outra foda... Agora, na cama... Coloquei a Pamella de quatro, meti uma camisinha e KY na pica e mandei ver... Olhava no espelho e ela estava se masturbando... Gozamos quase juntos, eu primeiro, ela depois... Fomos embora de táxi e eu fiquei no Rio Sul, enquanto ela voltava para Copa. Não sabia, mas aquela foi a última vez que nos vimos. Continuamos conversando e amigos, e estivemos duas vezes no Rio na mesma época, mas eu não conseguia dar uma desculpa convincente para sair e encontrá-la.

Em 2007, perdi o contato, quando foi pela segunda vez para a Europa. Em 2010, soube da sua morte na Itália. Chorei muito. Pam ficou marcada como a primeira boneca com quem dormi juntinho. Era uma dama, muito inteligente, articulada e de bom papo. Rezo sempre para que esteja em paz.
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Angel, minha paixão candanga...

Mensagem  Velasco Alvarado em Qui Mar 17, 2016 11:24 am

Angel... Como vou definir a Angel? Amiga? Amante? Namoradinha? Isso tudo junto? Não há palavras para definir o que foi este furacão angelical em minha vida. Mas vou tentar. Tudo começou numa noite regada a doses de Johnny Walker Red Label (ou Juañito Camiñador Sello Rojo, sabe-se lá...). Saí mais do que chamuscado do velho e bom Armazém do Brás, depois de dividir duas garrafas de whisky (ou uísque, sabe-se lá...) com alguns amigos. Nestas horas, a libido, às vezes, ia nas estrelas. E eu precisava de uma companhia carinhosa para me ajudar a apagar o fogo no pau. Foi nesta noite, em um mês de 2001 ou 2002, eu já nem me lembro mais, que conheci a mais doce, meiga e duradoura dama de companhia da minha existência T-Lover. Saí à caça, como já disse, e fui parar o SCS. E depois de uma ou duas voltas, meus olhos alcançaram aquela belezura de 20 e poucos aninhos... Fiz a volta e ela foi para o outro lado da pista, retornei e abordei. Perguntei preço e, em vez de mandá-la entrar, resolvi olhar mais. Me arrependi em segundos. Felizmente, ninguém furou meu olho...

Peguei a Angel e a levei à Pousada Brasil. Bebum, era o que dava. Lá dentro, ela ofereceu o seu cardápio: "olha, gosto de ser passiva, mas de você quiser, posso ser ativa!". "De jeito nenhum", disse eu. E mandei-a ficar de quatro na cama, metendo ferro e olhando aquela tatuagem no ombro. Comi lentamente, até porque estava tão bêbado que não conseguia impor um ritmo frenético. Gozei, mas meu santo foi mais forte e me lembrei de pegar o telefone. Achei que seria um desperdício transar com ela daquele jeito.

Para quê peguei o telefone... Virei o chamado cliente. E preferencial.

Uma semana depois do encontro, marquei com ela numa sexta. Estava sozinho em Brasília e queria fazer algo especial. Marcamos no SCS e pontualmente chegamos, quase juntos. Levei-a a um motel, mediante um cachê mais alto. Transamos duas vezes. Foi a primeira de muitas noitadas, sempre com duas ou três trepadas, ela sendo a minha fêmea gostosa. Até 2008, quando demos a última trepada, no banco dianteiro do meu carro, num estacionamento, com ela sentando no meu pau duro e depois me dando deitadinha, eu e ela saímos pelo menos três vezes por mês – às vezes, duas vezes por semana. Nem mais a esperava no ponto. Ia buscá-la em casa. Conheci mãe e irmão. Ajudei ela financeiramente em várias oportunidades – e ela me pagou em todas.

Há milhares de trepadas inesquecíveis. Numa delas, num motel do Bandeirante, comi tão bem o cu da angel que ela se esporrou todinha enquanto eu metia, e sem tocar punheta. Noutra, estávamos trepando em pé, na cama, quando ela jogou o corpo para trás e caímos, com ela espetada no meu pau – e a partir daí ela comandou a ação até eu inundar a camisinha de porra. Outra transa espetacular aconteceu no Rio. Sim, ela esteve na Cidade Maravilhosa por um tempo e eu fui buscá-la para uma trepada no dia de Natal. Servi um belo peru. E ela, lombo... Primeiro, sentada no sofá. Depois, deitadinha de bruços na cama, comigo por cima, mandando ferro furiosamente...

Às vezes, quando eu ligava, ela estava malhando na academia – sempre foi marombeira – e eu ia buscá-la na porta. Aquela gatinha, com aquele shortinho enfiado na bunda, saía da malhação para o motel direto. E lá queria sentar na pica – “Assim não preciso mais fazer agachamento”, dizia, safada. Comi aquele rabo centenas de vezes, espalhei porra nas pernas, nas coxas, na bunda, no peito. Foi minha fêmea mais feminina, mais passiva, mais menininha. Mas sabia ser mulher. Ajudou na crise do meu casamento, me convencendo que eu estava errado. Nunca esqueci.

Na mesma época em que me dei uma parada, ela também pendurou as chuteiras. Voltou a ser rapaz. Mas ainda nos falamos. Hoje como amigos. Bom saber que ela está bem em sua nova vida Angel foi, e será para sempre, um anjo na minha vida. E o Enzo é um cara muito bacana.

Amanhã tem mais.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Convidado em Sab Mar 19, 2016 11:50 pm

Putz Velasco. Com 20 anos nessa estrada eu te entendo perfeitamente, deu até vontade de fazer algo parecido, mais para autobiografia e toda vez que quiser lembrar vir aqui e ver do que qualquer outra coisa. Acho irônico que no momento que você pensa em pendurar suas chuteiras eu resolvo me casar e sei que minhas aventuras nesse mundo obscuro irão diminuir consideravelmente, agora só de tarde e no ambiente da gata. Motel? Rondas na Asa Norte? Só se acontecer algo bem especial, mas sei que será raro. Enfim, estamos ficando velhos meu amigo!! aplause happ

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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Pedro_Guerra em Seg Mar 21, 2016 7:33 am

Muito bacana, Velasco!

É bacana ver esses relatos, me fez lembrar de tantas histórias que eu vivi. Também lembrei de como essa ideia foi evoluindo na minha cabeça.
Estou criando coragem pra fazer alguns relatos.

Parabéns pela iniciativa, revivi bons momentos.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Seg Mar 21, 2016 12:58 pm

Pedro_Guerra e Space Ghost (ex-Suminers), valeu. E aí vai mais um capítulo...

Hoje vou falar da inesquecível Keyla Muniz. A primeira vez que eu ouvi falar dela foi nos anos 90, ali por volta de 95, 96. A Keyla apareceu, ainda ninfeta, nas páginas da Revista Travestis, da Big Man Internacional. Uma gostosura, que embalou muitas bronhas. Depois, ela foi manchete de um jornal de sacanagem de vida breve no Rio, relatando que, numa noite, ela teria dado o cu 26 vezes. Pirei...

Por várias vezes cruzei com a Keyla a pé, na Lapa, mas sempre estava impossibilitado de chamar aquela delícia para foder. Mudei do Rio para Brasília e pensei que nunca iria conseguir comer aquela delícia, me consolando com uns raros filmes pornôs que ela aparecia – em um deles, tarada, ela repetia, enquanto era fodida, as frases que me enlouqueciam: “fode essa puta, come esse viadinho. Você não queria comer esse viadinho? Então fode”...

Pois bem, em junho de 2002 fui ao Rio fazer um trabalho. E sobrou um tempo legal. Estava de carro, com tempo livre e com um jornal com o anúncio classificado dela. Não conversei. Liguei e ela atendeu, dando as coordenadas do programa: “X reais por uma hora ou duas gozadas suas, o que vier primeiro”. Achei fantástico e marquei na hora. Voei para a Lapa. Iria comê-la, enfim.

Keyla morava na Rua Riachuelo, em prédio de fácil acesso. E era uma delícia. Completamente putona. Cheguei e fui recebido por ela e pela pit bull dela, mansinha. Mas que dava medo, dava, ainda mais que a cachorrinha se refugiou embaixo da cama e não saía mais. Keyla bem que tentou... Mas ela ficou entocada. Então, de repente, ela me pegou na porta do quarto, sem falar nada, e foi logo metendo aquele linguão dela na minha boca e depois desceu para o pau. Provou e parou. Me pegou com a pica dura e me levou até a pia, onde lavou a caceta com carinho e deixou no gosto que queria. Me levou pelo pau para a cama, me deitou e desceu a garganta no caralho. Literalmente.... A chupada da Keyla é daquelas que engolem qualquer cacete. Molhada, gemida, profunda...

Já vendo estrelas, pedi para enrabá-la. Camisinha no pau, KY no cu, o moleque deslizou túnel adentro sem sobressaltos - não que ela fosse larga, mas era um cu bastante experiente. E aí começou o show dela. Keyla rebolava, gemia, pedia pica, mandava o quadril com força para trás. e dava show com frases sacanas... “Fode paizinho, mete no cu do teu viadinho, enraba essa puta gostosa”...

Eu estava enlouquecido.... Pedi até para ela maneirar, se não iria gozar. “Se você gozar eu ponho essa pica dura de novo, para você me foder outra vez. Fode, paizinho, fode o teu viadinho (como ela gostava de falar isso)”...

Não teve jeito. Gozei.

E ela cumpriu o combinado. Lavei-me com calma, no chuveiro, caprichando na caceta, e ela voltou a cair de boca, faminta. Pica dura, pau no cu dela de novo, as mesmas sacanagens, novos gemidos, reboladas intensas e... gozei outra vez.  

A Keyla tinha uma particularidade a mais. Foi a primeira boneca que eu vi colocar a camisinha com a boca e tirar com o cu. Ela chupava no corpo para começar e, no meio, colocava a camisinha na boca para encapar o pau, mas não ajudava com a mão. Era com a boca mesmo. Depois que você gozava, ela apertava o cu de uma forma inacreditável. Dai seu pau escorregava para fora da camisinha, mas a camisinha ficava dentro, apenas com a borda para fora. Então, ela ia lá e torcia a borda, levantava da cama e ia em direção ao banheiro, com aquela bunda imensa e só um pedaço da camisinha de fora. Um tesão... Repito: essas manobras eram feitas sem a mão. Ela só tocava na camisinha para pôr na boca e para torcer depois de tirar sua pica do cu. Sensacional...

Fiquei habituée. Fui no apartamento da Riachuelo outras cinco vezes, uma delas indo buscá-la no Supermercado Mundial da Riachuelo, com roupa de ginástica e tudo. Fodi ela de quatro, fiz a Keyla sentar no meu pau. Conversávamos depois da foda. Tínhamos uma química especial. Um dia, já no apê da Mem de Sá, ela pegou minha mão e levou a seu pau. Fiquei com ele na mão um segundo. Ela, pelo visto, não gostou. Só me deu uma vez e o programa acabou rápido. Entendi que houve uma mudança. Não voltei mais. Depois, ficou mais ativa em seus programas. Não é minha praia, mas respeito. E atualmente tem feito mais trabalhos fora que na prostituição. Mas morro de saudade daquela louraça passiva e furiosa por uma pica. Quem sabe, um dia, eu não volto para comer aquele cu outra vez?

Mais tarde tem outra...
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O lado insólito

Mensagem  Velasco Alvarado em Seg Mar 21, 2016 6:09 pm

Sempre fui um cara que gostei da fidelização das t-gatas. Quanto mais eu saía, mais eu aproveitava o sexo com elas, pois florescia a intimidade. Mas, claro, em minha trajetória houve as trepadas únicas - algumas com histórias bem engraçadas - e as histórias surreais. Vou relatar algumas delas abaixo.

Um peido à paraguaia
Todos nós sabemos o que sai de um cu. Acidentes são desagradáveis, mas muitas vezes inevitáveis. Corria o ano de 1985 e eu acabara de descobrir o sexo com as t-gatas e comecei a comer quem eu podia. Uma noite, passava por Ipanema quando avistei a maior bunda de todos os tempos. Linda, morena, gulosa. Parei e peguntei. "Són siete cruceiros"... Tratava-se de uma tgata paraguaia. Não titubeei e mandei entrar. Ia foder no carro mesmo. E eis aqui um problema: era um Gol BX básico, de banco baixo de plástico, que só reclinava o do motorista. Rumamos para o Parque da Catacumba e lá ela desceu a boca no meu cacete e depois mandou eu meter no cu dela - sem camisinha, como era feitio da época. Foi uma ginástica, pois tive de reclinar meu banco, ficando quase deitado, e ela empinou o cu para o lado do freio de mão. Encaixamos ali e fodemos igual dois cachorros, meio de lado. Gozei horrores, pois era, de fato, uma senhora bunda. Acabou-se a festa e, enquanto eu vestia a cueca e a calça, ela se postou de cócoras entre o banco e o painel. Colocou um chumaço de papel higiênico na mão e... Peidou... Não um peido comum, mas um daqueles bem altos, semitonado, contínuo e duradouro. Olhei rapidamente, pensando: "putz, ela vai cagar aí?". Mas ela me tranquilizou. "É o esperma...." E continuou pondo para foda a minha seiva. Confesso que fiquei traumatizado. E nunca mais a vi.

Sem camisinha e sem foda
Essa foi de lascar. Duro e teso, decidi dar um rolê na Lapa, a pé, isso por volta de 1990. Encontrei uma tgata que me deu o maior mole. Parei, perguntei o preço. Barato. Falei que estava sem grana para o hotel e ela me apresentou um de cinco pilas, que ficava no alto de uma escada e combinou que subiria na frente. Bem, ela já tinha ido uns dez degraus quando passa meu ônibus e me dá aquele estalo: "vá embora". Mas a vontade de fuder a bundinha dela era imensa e desobedeci. Bem feito. Cheguei no quarto, que não tinha banheiro (isso mesmo), só uma pia (oi???), e começou o show... Não chupava sem camisinha, não fodia sem camisinha e... estava sem camisinha. Bom, a muito custo tocou uma bronha e eu gozei - numa toalha imunda. Fui embora antes dela, pois fiquei com uma vontade de dar uma porrada nela sem tamanho.

Um boquete muito distante
Essa foi no Rio. Meu primeiro casamento acabou num boquete, quando peguei uma loura na Lapa e ela pediu uma carona até a Central. Como o carro era do meu cunhado, eu dei a carona. No caminho, ela resolveu agradecer o que seria de graça, tirou meu pau para fora e, em plena Presidente Vargas, mamou até eu gozar. E bebeu. Pois bem, um ano depois eu passava pela Lapa quando uma negra linda me pediu carona em troca de um boquete. De novo eu estava com um carro emprestado - desta vez, o da namorada - e mandei ela entrar, já sabendo que iria eu gozar dirigindo. Como eu tinha de trabalhar, esperava que ia ser jogo rápido. Me fodi. A menina vira e me dia: toca pra Rocinha e me deixa no Largo do Boiadeiro. Relaxei, pois a merda estava no ar, já que eu tinha de pegar no trabalho em 15 minutos e naquela hora, mesmo sendo no amanhecer de um domingo, eu iria demorar pelo menos uns 45 minutos. Meti o pé e fomos conversando até chegar na Lagoa-Barra, onde ela mesma se apresentou para o pagamento, mamando famintamente até que eu gozasse antes de chegar à Rocinha. Mas não engoliu. Ao contrário, soltou tudo de volta em cima do meu pau. E agora? Como é que eu ia chegar todo esporrado no trabalho? A sorte é que eu tinha uma camiseta branca no banco traseiro. Pedi que ela me limpassse, enquanto dirigia, e me entregasse depois. Deixei ela toda gostosa no Largo do Boiadeiro, fiz a volta e entrei no túnel a caminho do centro. Na primeira galeria, joguei a camiseta pela janela. Acabou-se o flagrante. Mas trabalhei sem banho e meio colado a manhã toda. Eca...

Boate nunca mais
Uma noite, lá pelos idos de 95/96, eu resolvi ir, a convite de umas amigas, a uma boate que tinha na Praça Mauá, no Rio, chamada Cabaret Kalesa. Era um puteiro que virou moderninho, mantendo o strip-tease, porém com a frequência de gente descolada da Zona Sul. Primeira vez que eu vou lá, rola show de mulher e.. de homem. Achei que tinha perdido a noite, mas eis que avisto, na pista de dança, uma figura morena e de óculos. O olho bateu e eu identifiquei na hora: boneca. Mas o que fazer? Cheio de gente amiga que não sabia de minhas preferências... O negócio era ser discreto. Paquerei um pouco, mas acho que não fui percebido, então decidi atacar na saída. Quando ela decidiu ir embora, de carona com o dono da boate, levantei o acampamento e segui o carro dele. O cara tocou para a Zona Sul e eu lá, rezando para ele não rebocá-la para os motéis.

Por sorte, ele corta para Copacabana e eu, no fim da madrugada, mantendo distância. O cara para na Barata antes da esquina da Figueiredo, tempo certo de um rolê estratégico. Pelo espelho, vejo que a moça desembarca e decide ir numa conveniência do outro lado da rua. Fiz a volta rezando para que ela não tivesse saído e dei uma baita sorte: a mina morava do outro lado, o do ponto de ônibus. Quando ela atravessou, chamei-a. Veio rebolando, soltinha. Me apresentei e disse que tinha visto ela na boate. Ela também tinha percebido a minha presença e ficou encantada com o fato de eu ter descoberto onde morava. Entrou no carro e pediu para ir ao posto Shell da entrada do Aterro, pois aquele não tinha o que ela procurava. Fomos conversando e ela era muito inteligente. Descemos no posto, fizemos um lanche e rolou um beijo na boca. Aí decidi deixá-la em casa. Eram outros tempos e você podia parar na Barata no lado direito, no final da madrugada, sem muita aporrinhação. Nesta parada, a coisa esquentou e ela aplicou um boquete de responsa, recolhendo a seiva de pau duro e cuspindo pela janela. Ela queria que eu subisse, para meter, mas o sol já raiava e homem casado é igual a vampiro: vira pó no amanhecer. Bom, nos despedimos e, na hora de ligar o carro, surgiu aquele tradicional barulho de bateria zero.

Fudeu.

Ela queria porque queria que eu subisse para pedir um guincho, mas nem seguro eu tinha. Ela então desistiu e subiu, me dando o telefone e o endereço de onde trabalhava (era cabeleireira). Apelei para um taxista, pedindo uma chupeta (na bateria, pois no pau eu já ganhara). Consegui, não com certa demora, sair de uma situação que já estava dramática. Cheguei em casa de manhã, sol nascido, embaixo de muito esporro.

Pior foi que decidi passar no salão dela para fazer um charme. Baita decepção. Chego lá de surpresa e, de fora, saco a dura realidade: a menina era um menino no dia-a-dia. Cabelo raspado rente na cabeça, sem peito e roupa de homem. Nem entrei. Liguei para ela à noite e perguntei: "você não é travesti?", perguntei. "Não, gato, sou CD (primeira vez que ouvia este termo sem relação ao novo tipo de disco que bombava no mercado naqueles tempos). Me monto para sair. O peito é de alpiste, o quadril, enchimento. Mas gosto de dar. Vem aqui que eu me monto e te dou..."

Fui nada.

Michelle Cherie e o quarto do medo
Embora seja uma gata internacional, só saí com ela uma vez. Foi ótimo, tanto que lembro até hoje. Eu havia derrubado meia garrafa de Juanito Camiñador Sello Rojo em um bar e fui, mamado, para a pista. Achei a Michelle lá no SCS. Dois minutos de conversa e lá fomos para uma pousada chamada Salmãozinho - que nem sei se existe mais. Nos deram um quarto com duas camas separadas - e eu, mesmo bebum, me perguntava o porquê de darem duas camas para um homem e uma travesti que claramente iam ali para trepar... Bem, ao analisar os lençóis, eu e ela chegamos à conclusão que nossos corpos não iriam se juntar ao monte de células mortas de outros corpos que por ali passaram e decidimos foder em pé mesmo. A gata foi ótima: chupou meu caralho, encapou e meteu no cu, tudo isso de pau durinho. Comi ela uns belos minutos, pois estava difícil para soltar o leite. Nenhuma reclamação ou pressa, até que eu consegui gozar no cu dela. Nem tivemos coragem de banho - o que parecia mais limpo ali era o papel higiênico, estilo lixa. Nunca mais repeti, não sei porque. A menina foi dez. Mas o hotel era zero.

Pamella goiana e o priminho
Saímos umas três vezes, duas na Pousada Brasil e uma no motel. Na pousada foi sempre ótimo. A mina era uma loura gostosa, mas meio doidinha. Dava duas vezes na pista e adorava que eu perguntasse da vida dela enquanto metia pica. Na primeira trepada, por exemplo, me contou que quem tirou o cabaço do cu dela foi o primo. "E ele era sua cara. Ai, me fode, priminho, come meu cu de novo"... E eu lá, chapado de birita, metendo no cu dela como se fosse o primo... Mas assustei quando ela, na vez que fomos ao motel, me contou que o primo era michê e que vivia vigiando ela no SCS. Como se não bastasse, me contou que morou na Suíça, onde teve uma overdose, e pediu para, um dia, a gente trepar e cheirar pó. Não preciso dizer que as trepadas, embora deliciosas, acabaram por ali. Tudo por medo uma outra overdose - desta vez na minha presença.

Michelle Paraíba e a unha maldita
Essa menina sumiu. Trepamos muito. Mas, uma vez, na Pousada Brasil, foi foda. Eu sofria com uma unha encravada e estava cravado no cu dela, como eu fazia sempre - ela adorava me dar. Resolvi fazer um malabarismo e, de repente, enfiei o dedão da unha encravada na parede do quarto. Caralho, vi uma constelação. Foi difícil terminar a trepada, pior ainda dirigir até o SCS de volta. Saí dali direto para um hospital, com o dedo do tamanho de um tomate, para operar a unha - que se curou definitivamente, não sem antes eu passar por todo o trauma da operação, que é feita quase que no seco.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Ter Mar 22, 2016 12:59 pm

Findos os causos, vamos falar um pouco de alguém que foi muito especial: Sany/Camila Rodriguez...

Corria o ano de 2004 e uma das minhas distrações era rolar na pista do SCS, quase todas as noites. Pelo menos duas vezes por semana, com o objetivo de pôr alguma boneca no carro, para um sexo gostoso e intenso. Vivia uma vida frenética, essa era a verdade. Uma dessas noites, em que só fui para dar uma olhada no geral, no objetivo de selecionar a noite de quinta ou de sexta, me deparei com uma figura magneticamente inesquecível. Alta (mais de 1,80m), magra, loura e bonita, ela estava vestida de... colegial.

Isso mesmo. Saia com pregas, blusinha, gravatinha, meias três quartos e sapatinho preto. A fantasia mais perfeita...

Quem tem mais de 50 anos se lembra bem da série "A colegial que levou pau", com a atriz italiana Gloria Guida. Pois bem, embora a menina que se mostrava a fantasia erótica de muitos homens não se parecesse com a estrela italiana, encarnava a própria colegial que queria levar pau. Entrei na fila dos carros já disposto a arrastar a gatinha. Dei sorte. Um a um, eles foram desistindo. Eu estava decidido a enfiar o pau na colegial. Enfim, cheguei à ela. E ouvi uma voz bem feminina, com forte sotaque mineiro, se apresentar. Sany era seu nome.

Eu não sabia ainda, mas ela seria minha acompanhante em muitas e memoráveis noites. Parti com ela para uma das pousadas da W3 Sul. Não tinha tempo a perder. Queria mandar pau na colegial. Foi uma trepada daquelas. A menina que tinha um Piu Piu e vários ideogramas tatuados nas costas sabia dar. Dona de peitinhos pequeninos e de uma bunda convidativa, Sany tinha atributos para todas as clientelas. Aos passivos, ela oferecia um caralho enorme, que ela esfregou várias vezes no meu, nas muitas sacanagens que fizemos juntos. Mas ela sabia do que eu gostava e, ao ver meu carro virar na quadra do SCS em que estava, já sabia que chegara a hora de chupar e dar. "Ainda bem que você chegou, já estou cansada de só comer", era uma das frases que eu sempre ouvia ao colocá-la no banco dianteiro da viatura.

Sany chupava com maestria. Imitava direitinho a pica entrando num cuzinho apertado, e isso era maravilhoso. Também ficava tarada. Numa vez, fez com que eu esfregasse meu pau interinho nela... Pés, rosto, barriga, pau, bunda... Na outra, resolveu dar muito. Ficou de quatro, enquanto eu enfiava ensandecidamente, com ela gritando "não goza não... quero dar muito...". E, enquanto fodíamos, a cada mudança de posição, ela trocava a camisinha por uma nova, por segurança.

Fodi a Sany em pousadas, motéis e na casa dela Falávamos de vida e religião. Vi a ninfeta virar mulherão, com o aparecimento de grandes próteses (que ela pediu que eu "batizasse" com uma esfregada de piroca). Vi partir para a Europa, mas mantendo o contato. Esperei por ano, já não tinha mais esperança que ela voltasse. Mas voltou. Já tinha se transformado na Camilla Rodriguez. E o reencontro foi mágico. Foi como encontrar um amor antigo.

Liguei logo cedo e fui vê-la numa kit do Sudoeste. Chegando lá, dei de cara com uma Camilla que ainda tinha muito da Sany, só que mais madura, mais bonita e mais mulher. Sem um pingo de afetação nela, apesar dos anos de Europa, de ter participado de reality show e de vários programas espanhóis. Conversamos um pouco, nos acariciamos, nos beijamos e logo ela estava repetindo os bons tempos, ajoelhada, chupando meu pau de forma deliciosa. Meu tesão estava a mil e quis logo enrabá-la. Pedi que ela ficasse de quatro, na beira da cama. E mais um encantamento... Ela olha e me diz: "eu sei, é sua posição favorita"... Seis anos sem me ver e ela ainda lembrava... Coloquei devagar, mas firme, pois meu pau estava muito duro. Entrou e comecei a bombar, apertando os peitos e beijando seu pescoço, nuca, boca... Uma loucura... Bombei gostoso, saudoso e depois de uns oito minutos, avisei que ia gozar. Gozei com aquele cuzinho apertando minha rola... Uma delícia...

Nos limpamos e começamos a conversar sobre a vida, sobre a Europa, sobre Deus... Estava querendo ir embora, quando, de repente, nos beijamos de novo e o meu pau endureceu. Senti que ia rolar a segunda, pedi e ela concordou na hora e começamos a nos acariciar e em breve ela estava me chupando de novo... Meti outra vez no seu cu, abraçado às suas costas, beijando muito... Bombei um bom tempo e avisei a ela: quando quiser que eu goze, é só pedir.... Ela curtiu mais um tempo e pediu que eu gozasse com força. Bombei forte, disposto mesmo, e gozei. Mais uns beijinhos e era hora de ir.

Dia seguinte desta foda histórica, vou almoçar com a família e dou de cara com ela. A discrição me impressionou. Eu é que dei bandeira pacas, quase que a patroa percebe o meu interesse pela lindona. Depois, liguei e agradeci a ela por seu jeito lady.

Mas ainda haveriam outros grandes encontros. Um ainda nesta temporada, em 2012. Liguei ao sair do trabalho e fui vê-la. Fazia um calorão e nossa brincadeira rolou em todos os cômodos da kit. Começamos na sala, que tinha ar, mas acabamos na cama mesmo. E lá, mais uma vez, ela se abriu como uma fêmea insaciável para as minhas pirocadas. Começamos com muitos beijos e carinhos e logo ela ajoelhada, com meu pau na boca, e com a pica dela duríssima, excitada apenas em me chupar. Ao ver a cena, pedi para enrabá-la. De quatro, na beira da cama, ela recebeu meu pau em seu cu apertado. Agarrei-me nas costas dela, peguei seus peitos. Fodi, confesso, como um desesperado. E ela gemia, fazia cara de que estava doendo, mas gostava. Meu pau estava duraço. Brinquei de tirar e colocar, de meter devagar... Bombei até gozar, apertando os peitos e beijando a boca da potranca...

Como sempre, após a higiene, fomos namorar um pouquinho e pedi para comê-la de novo. Ela me chupou gostoso outra vez e, de novo, ficou de quatro. Aí fiz ela sofrer, pois demorei um bocado para gozar, bombando no cu dela. Mas ela estava gostando. Gemia, fazia cara de dor e de tesão, pedia mais... Beijava ela, lambia sua nuca, metia a língua na sua boca, apertava seus seios e nada de gozar. De repente, a vontade veio forte e enchi mais numa camisinha. Um tesão.

Ainda neste primeiro giro, decidi sacrificar um almoço para comer a Camila, que me recebeu com um vestidinho rosa e uma calcinha minúscula. Nós dois caímos na cama para uma longa transa, que começou numa chupada caprichada dela no meu pau. Ela sempre soube fazer de um jeito que eu gosto, lambendo o saco, engolindo o pau inteiro, uma chupada molhada na medida certa. Depois de um tempo, ela pôs a camisinha no meu pau e coloquei a princesa de quatro. Meti com vontade e fodi com força. Meti com vontade e ela gemia muuuuito... Fazia cara de dor e de prazer, pedia mais forte e eu bombei até não aguentar mais e gozar agarrado nas costas dela...

Saí de dentro dela e fui para um ducha rápida, já pensando em ir embora, mas ela me chamou para a cama e deitamos juntos, conversando. Nos beijamos um pouco e daqui a pouco eu estava abraçado em conchinha com ela. Meu pau foi crescendo, encostado na bunda dela, e logo desisti de ir embora e resolvi engatar a segunda. Novamente ela me chupou com maestria e, de novo, eu a coloquei de quatro e meti sem dó ou piedade. Gozei depois de um tempo e fui para outra ducha. Ainda havia uma sugestiva terceira camisinha na cama, mas o relógio batia nas 14h e era hora de ir trabalhar. Beijei, paguei e fui embora, com gosto de quero mais.

Demorou dois anos, mas ela voltou. E me avisou que tinha chegado com uma mensagem por skype. Catei ela na porta do apartamento e caímos na cama. Muitos beijos e pau para fora. Ela caiu de boca e, depois de uma bela chupada, pediu para que eu a comesse, pois estava, segundo ela, sem dar o cu há uns dias. Depois de colocar a camisinha com a boca, ela ficou de quatro na beira da cama e eu, em pé, meti a piroca bem devagar, até enfiar tudo. Colei no pescoço, falando um monte de putaria no ouvido dela. E fui bombando lentamente, até porque o cu dela estava muito apertado. Metia, beijava, pegava ela pela cintura, mudava para o ombro e ia lá no fundo. Ela se contorcia toda, fazia cara de tesão, gemia, tocava punheta... Uma foda deliciosa. Depois de uns 15 minutos nessa, com o pau inchadão de tesão, avisei que queria gozar e comecei a meter forte, enchendo a camisinha de P****, enquanto ela pedia mais.

Nos últimos anos, Camila ficou indo e voltando a Brasília e eu lá, comparecendo sempre. Chegou até a me arrancar algo inédito: duas gozadas em boquete numa única tarde de foda. Jantamos juntos, bebe,os vinho juntos (embora ela prefira Kaiser Radler). Temos uma química diferente e é certo que, se ela estiver na mesma cidade que eu, vamos trocar umas mensagens sacanas e vamos foder igual a dois loucos....
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Qua Mar 23, 2016 1:01 pm

Há algumas bonecas que te marcam, mas que você não consegue encontrar fácil. Hoje vou falar de duas delas: Fernanda Amaral e Larissa Luckesi. São duas delícias, mas só tive chance de sair com elas umas poucas vezes.

A musa Fernanda Amaral
Com a Fernanda Amaral (antes Fernanda Carraro) foram só duas trepadas. Mas com classe e estilo característicos desta veterana. Já a conhecia desde uma matéria numa revista, que mostrou que ela tinha uma puta BMW, conseguida só com fodas. Fiquei tarado e jurei que iria ajudá-la a tirar gasolina da minha bomba, não sem antes conferir a traseira. A primeira foda rolou em 2002. Eu estava no Rio e fui ver um Vasco x Botafogo no Maracanã. Na saída, cheio de maldade na cabeça (especialmente na do pau), liguei para a referida Fernanda, que estava atendendo num apartamento na Raul Pompeia, em Copacabana. Marcamos um programa e voei para lá. Cheguei no apê suado e com cheiro de arquibancada. Pedi, lógico, para tomar uma ducha e fui atendido, com toalhas limpinhas e sabonete de primeira. Asseado e sem odor de torcida organizada, pulei na cama da gostosa.

Fernanda tocava uma punheta e ofereceu o pau, que prontamente recusei. Pedi que ela desse atenção ao meu. Ronronando que nem uma gata, ela começou a acariciar meu peito peludo, descendo até meu pau, que encapou com a boca (é outra especialista no assunto). Eu passava a mão naquela bunda durinha, na época já entrada nos 30, mas apetitosa. Enquanto isso, ela mamava meu pau a toda. No meio da chupada, pedi para comer o cu dela. Com aquele sotaque gaúcho que me endoida (adoro comer bonecas gaúchas), ela tirou o pau da boca e pediu. “Isso, meu macho, vem mesmo me comer gostoso, me fazer tua mulherzinha”...

Não deu... A excitação bateu no teto e comecei a gozar na hora, na boca dela... O programa acabou.

Na época achei que iria ter segundo tempo, mas não teve. Já tinha gente ligando e a fila anda. Também não foi culpa dela eu bancar o ligeirinho. Saí fora e esperei a chance... Que chegou quatro anos depois. Estava eu de passagem pelo Rio, tendo um casinho com uma funcionária pública, quando vi que ela voltara e estava no Posto 6. Não tive dúvidas. Marquei de ir na casa dela, antes de passar na casa da mulher que era minha amante. Comprei um Levitra (até porque iria comer duas mulheres naquela mesma noite) e umas camisinhas.

Quase fiz uma merda. Fui tão afim de comer a Fernanda (agora Amaral) que esqueci de sacar o dinheiro. Já estava no elevador quando lembrei. Desci e fui ao caixa, enquanto ela me ligava, pois já tinha me autorizado para o porteiro. Expliquei a cagada e voltei. Subi e lá estava aquele mulherão lindo e experiente, cheio de amor para me dar. Pica dura, apontada para o teto e novo convite para pegar. Nova recusa. Com o Levitra no corpo, fui logo desembainhando o caralho e dando para ela mamar, de camisinha. De quatro, na cama, ela mamou como uma faminta. Pedi o cu. Deu uma virada, passou KY e me puxou para dentro, de uma vez. Foi quase. Mas segurei o gozo. Bombei um tempão aquele rabo gostoso, enquanto ela se punhetava. Avisei que ia gozar e mandei leite na camisinha.

Mas ela estava tesuda demais. Olhou pra mim com cara de putona e disse que queria gozar tocando uma para mim. Apressado para ir para a segunda da noite, pedi para tomar um banho. Ela me deu toalha e sabonete e continuou se punhetando. Foi para a porta do banheiro e se punhetou enquanto eu tomava banho. Voltei para o quarto para me vestir e ela continuava se masturbando, agora na cama. Me senti um puta tesão e comecei a fazer umas poses e a mostrar a pica, dura. Ela não aguentou e gozou. Até hoje me arrependo de não ter engatado no cu dela outra vez.

Bom, paguei, me despedi com um beijo na boca e fui embora. Andei duas quadras e entrei no edifício da funcionária pública. Depois de uma boa sacanagem e de uma chupada no meu pau, a mulher pôs a camisinha e mandou que eu enterrasse... no cu dela. Mandei ver. Só parei após gozarmos. Mas deu merda. Minha mulher ligou e acabou com o clima. Me despedi, fui embora para casa, ainda de pau duro, pensando na noite em que comi dois cuzinhos de mulheres de sexos diferentes.

A deliciosa Larissa Luckesi
Não lembro mais se foi em 2002 ou 2003, mas me lembro com detalhes de tudo o que aconteceu. Resolvi, noite alta, dar um rolê pelo SCS. Ao passar pela quadra de cima, em frente ao Pátio Brasil, quase no final. Ali, vi uma loura alta, linda e de vestido curto. O rosto me pareceu familiar, mas não lembrava quem era ela. Dei a volta na quadra de trás e regressei rápido, antes que alguém mais esperto a capturasse. Dei sorte. Muita sorte. Ela estava lá, firme e forte. Parei, abri a janela do carro e ia começar a entrevista, já querendo levar, quando reconheci quem era: Larissa Luckesi, famosa em terras paulistanas pelo corpo malhado e sarado.

Mandei entrar na hora, até por que o programa custava muito barato. Toquei para a velha Pousada Brasil e aluguei um quarto naquele muquifo para traçar uma deusa... Chegamos lá e ela não decepcionou. Ao ficar pelada, quase pirei. Um corpo escultural... E eu ia meter pica nela... Ficou de quatro. Colocou uma camisinha no meu pau e virou-se de costas, pedindo, com aquela charmosa língua presa: "Me come bem gostoso". Não me fiz de rogado e enfiei muito meu caralho naquele cu imenso dela... Gozei, paguei e deixei a musa no ponto.

No dia seguinte, bateu vontade de novo. Voltei e achei ela de cara. Mandei subir de novo e Pousada Brasil. Comi de quatro e fiz sentar no meu pau, um monte de sacanagens. Uma delícia. Dia seguinte, fui de novo. Já virou vício. No final, comi uma semana inteira, de segunda a sábado. Ela já conhecia o carro. Via e já vinha. E pica no cu dela de tudo quanto era jeito.

Domingão, resolvo dar uma folga e fico em casa. A mulher e a gurizada pedem para ir ao supermercado e descemos para um Pão de Açúcar da Asa Norte. No meio das gôndolas, quem eu encontro? Larissa Luckesi e seu namorado. Nos olhamos, piscamos discretamente um para o outro, sem que nossos parceiros vissem, e fomos embora. Percebi que ela, muito mais alta que o rapaz, saiu rindo, como quem diz: “Nossa, só faltou ele me rebocar aqui também”. E eu saí rindo, pois me lembrei da felicidade que ela me deu na cama.

Nunca mais a vi por aqui. Larissa está, segundo eu soube, aposentada. Mas segue uma delícia...
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Qua Mar 23, 2016 4:45 pm

Hellen di Castro... Outra boneca inesquecível. Na época em que conheci, atendia pelo apelido de Hellen Miss. Tinha acabado de ser Miss DF, e com toda a justiça. Vinha observando a evolução da moça no antigo grupo Bonecas-DF, do amigo Paulinho. Lá eu atendia pela alcunha de DoPlanalto e era um dos mais ativos contribuintes. Comecei a ver comentários favoráveis à moça e fui conferir.

Com certo tempo, marquei uma saída com ela de manhã, num dia de semana. Passei na quadra que ela morava, na Asa Norte, e a levei para um motel na região do Grande Colorado. Queria estreá-la em alto estilo. Para isso, combinei um programa mais longo, com duas gozadas. E fui feliz na escolha. No motel, expliquei para a Hellen que era somente ativo, o que fez ela tomar até cuidados excessivos, escondendo o pau de mim o tempo todo. Muitas vezes eu gosto quando a boneca tem esta atitude recatada. Me dá mais tesão.

Começamos com ela me chupando e, na hora de meter, fiquei em pé, ao lado da cama, enquanto ela ficava de quatro, em frente ao espelho. Meti gostoso e reparei que a danada estava com seu pauzinho duro. Ao ver que o pau aparecia na cena do espelho, Hellen puxou o travesseiro para baixo da barriga. A atitude “recatada” de quem estava dando o cu para mim me endoidou, e gozei na hora. Depois de um tempo, fomos para a segunda. Comi a Hellen com mais calma, desta vez em cima da cama, e gozei gostoso, beijando aquela nuca e aquelas costas de mulata esguia que ela tem. Saímos do motel abraçadinhos, nos beijando. Foi quando ela reparou que tinha marcado o colarinho da minha camisa com batom. Ficou desesperada e não queria nem cobrar o programa, mas descartei isso de cara. Nada que uma boa mentira e uma lavanderia não resolvessem.

Voltei a sair com a Hellen várias vezes em seu apartamento. Sempre tive fodas gostosas. Lá também comi, algumas vezes, a Adriana Borges. Mas essa é história para outro post. O que ficou marcado na minha transa com a Hellen não foi a primeira, nem as vezes em que saí com ela em seu privê, mas duas trepadas que tivemos “por acaso”.

Na época em que o SCS não era a cracolândia de hoje, as bonecas mais chiques, vez por outra, desciam para lá. Numa dessas ocasiões, encontrei a Hellen, que fora ver um amiga. Não titubeei: mandei subir no carro e fomos para o motel A2, no Bandeirante. O motel é legal, mas acho que é a arrumação de quarto e a entrega de conta mais lenta do mundo. Conseguimos um quarto, mas tínhamos de esperar a arrumadeira finalizar o serviço. Paramos e resolvemos dar uns amassos fora do carro, na garagem escura.

Acho que aquela coisa meio "noir" da garagem, com os ruídos de foda dos apartamentos do lado, nos deixou excitados. Saímos do carro e começamos a nos beijar no escurinho. A Hellen me agarrou de um jeito que não resisti. Fui logo colocando o pau para fora da calça e ela abaixou e começou a mamar que nem uma louca. Pedi que ela pusesse uma camisinha no meu pau e a virei de costas. Ela tirou o sapato, arqueou as pernas, empinou a bunda e encostou a cara no capô do carro, ficando na posição certa. Cuspi em seu cuzinho e meti ali mesmo. Fodemos iguais a uns doidos, na garagem escura. Metia para valer. Sussurrava no ouvido dela que ela era uma delícia, que estava dando para o macho dela. A Hellen gemia e rebolava. Não deu para aguentar muito tempo. Gozei logo. Foi a conta para liberarem o apartamento. Entrei e pedi a conta. A foda da garagem foi tão intensa que me esgotou.

Meses depois, a encontro no mesmo local. “Vamos ao A2?”, perguntei. Ela topou. Adivinha o que aconteceu? Chegamos lá e caímos, de novo, na espera. Adoramos a coincidência. Repetimos a foda da mesma maneira. Só que começamos a nos pegar no carro, com ela chupando meu pau lá dentro, mas terminamos em pé, no escuro, ao lado do capô, eu enrabando ela, ela rebolando com a pica no rabo. Uma delícia.
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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  Velasco Alvarado em Qui Mar 24, 2016 9:41 am

Barbara Smith, um tesão
Barbara Smith... Taí uma garota que reverteu a má imagem para se tornar uma trepada histórica. Ela sempre chamou atenção quando morava em Brasília. Nos idos dos anos 2000, ela pontificava com seios enormes e um corpaço. Já tinha feito um filme da Buttman com o nome de Deborah Washington. Nesta época, eu caneava muito, mas muito mesmo. E tinha uma picape que muitas t-gatas de Brasília conheceram - uma delas, a Stefani, fez questão de dar o cu pra mim, de quatro, na caçamba, mas isso é outra história.

Pois bem, estava eu um dia, muito mamado, quando decidi ir circular no SCS. Bêbado e indeciso. Rodei horas - aliás, sempre gostei de rodar muito. Quando a vi, decidi parar. Chamei, conversamos e praticamente acertamos um programa. Era madrugada alta, eu estava muito fora de mim e, na hora em que ela foi se despedir da amiga para entrar no carro, desisti do programa. Para quê: ela me xingou, disse que eu merecia umas porradas, coisa e tal.

Pedi desculpas, arranquei com o carro e esqueci dela.

Bom, passaram-se os anos, ela foi para a Europa e voltou. A picape virou um sedã, mas a prática de frenético seguia firme. E, um dia, eu dou de cara com ela outra vez. E resolvo apostar: vou levar. Chamei, acertamos o programa e ela foi comigo pra pousada Brasil. Evidentemente, nem se lembrava daquele incidente. Se ela não lembrava, eu não ia refrescar a memória dela. Fui apenas comer aquele monumento.

Comecei chupando aqueles peitões, que davam para sufocar fácil. Ela foi logo se assanhando e chupou meu pau em seguida, me deixando louco, pois tinha uma bela técnica. Antes que eu gozasse na boca dela, pedi para comer o cu. Estava excitadíssimo em meter naquele mulherão. Subi na cama e, com ela de quatro, me abaixei e meti no cu, enquanto chamava ela de gostosa, de vadia, dizia que aquele cuzão dela era maravilhoso, que eu sonhava em comê-la há tempos. Quem conhece a Pousada Brasil sabe que se a narração for muito alta, todo mundo escuta sua foda. Isso mexeu com ela, que ficou excitada também. Ela só dizia: "fala baixa, tá todo mundo ouvindo... se você continuar me excitando deste jeito, eu vou gozar". Cara, aí mesmo é que eu desandei a falar e a estocar aquele rabo. Ela não aguentou, nem eu. Gozamos comigo metendo no cu dela e chamando ela de gostosa, tesuda, putaça...

Ao sairmos do quarto, o riso na cara da gente era evidente. E na cara do pessoal da pousada também. Voltamos lá umas duas vezes e quase repetimos a cena - ela se segurou, pois nas outras oportunidades era início de noite. Depois ela foi para SP e nunca mais a vi. Uma pena.

Marcelle Fox, uma deusa desde sempre
Descobri a Marcelle por indicação de amigos do extinto Grupo Bonecas. Ainda em transformação, ela me pareceu uma gata especial e comecei a rondar os pontos onde ela se encontrava. Um dia, consegui sair com ela, no esquema Pousada Brasil. Foi ótimo. Uma gata passiva, alta e bonita. Virei cliente.

Passei a sair com ela com certa frequência. Ficamos mais próximos, o que melhorou o entrosamento, já que Marcelle era um pouco tímida quando começou na profissão, mas extremamente agradável e boa companhia. Morava na ponta da Asa Norte e muitas vezes, depois do programa, deixei-a, cansadinha, na portaria de seu prédio.

A transa mais especial que tivemos foi num domingo. Marcamos e peguei ela no ponto. Fui em direção ao Flamingo. Marcelle começou chupando meu pau, para deixá-lo bem duro, conseguindo seu intento rapidamente. Depois, pôs a camisinha em mim e colocou-se de quatro, na ponta da cama, como eu pedi – minha posição favorita. De pé, meti em seu rabo gostoso e comecei a bombar, primeiro mais lento, depois bem intenso. Subi na cama e ficamos eu de joelhos e ela de quatro, com o espelho a nosso lado. Bombei forte, enquanto ela gemia gostoso e pedia mais. Não resisti. Deitei-me em suas costas, mordi levemente seu pescoço e comecei a gozar. "Isso, gostoso, goza que eu estou sentindo", dizia ela. Então, resolvi fazer uma brincadeira que costuma agradar muito as mulheres, mas que nunca tinha tentado com uma travesti. Tenho um excelente controle pélvico e consigo, quando estou excitado, mexer meu pênis e saco, em movimentos de contração e relaxamento. Uma mulher comparou essa manobra, certa vez, ao pomparismo que ela fazia - e fazia deliciosamente, diga-se de passagem.

Bem, comecei a fazer a manobra pélvica logo após gozar, quando o cuzinho da Marcelle ainda estava contraído. E ela sentiu a movimentação e adorou. “Nossa, que gostoso... O que é isso? Bommmm... Faz mais...” pedia a gata, enquanto eu me virava para agradar. Claro que a movimentação toda me deixou com o pau em pé e não teve jeito: tirei do cu dela, troquei a camisinha e meti de novo, agora enfiando o pau e fazendo os movimentos, o que ela adorou. A foda foi longa, gostosa e intensa e, quando gozei, Marcelle se acabou de prazer. Não ejaculou, mas gozou de uma maneira intensa, um gozo mais de corpo e cabeça que simplesmente genital.

Sinceramente, foi inesquecível para mim.
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Aventuras no mundo

Mensagem  Velasco Alvarado em Seg Mar 28, 2016 1:48 pm

Glória, a moça da loja de maquiagens
Bonecas estrangeiras sempre fizeram minha cabeça. Logo no começo de minha vida de T-Lover, lá pelos idos de 1985, uma gringa chamada Tandy Addams, se não me engano, veio para o Carnaval no Rio e virou atração. Mas ela era linda mesmo. Talvez um dos mais antigos ainda se lembre dela. Não peguei, claro, mas nesta mesma época acabei comendo a boneca paraguaia relatada pouco acima. Passaram-se mais de 20 anos (22 para ser preciso) para que eu tivesse a segunda experiência sexual com uma gringa.

Corria o ano de 2007 e eu fui fazer uma viagem de trabalho para Nova York. Cheguei num domingo à tarde e fui dormir, pois estava morto. Depois, encarei quatro dias de reuniões e deixei a sexta livre, para voltar sábado à noite para o Brasil, descansar o domingo e trabalhar na segunda. Vida de cão. Passou a semana e, quando chegou a sexta livre, me lembrei que a patroa encomendara uns cosméticos. Me despenquei para a Macy’s da 34th, onde tinha certeza que iria achar todas as marcas pedidas... Passei pelo primeiro nicho de produtos, comprei o que precisava e, no segundo, dei de cara com o que eu queria. Ali, atrás do balcão, uma atendente transexual. Em NY podemos vê-las no trabalho, normalmente. Como, aliás, deveria ser no Brasil. Claro que fui direto nela, e claro que comecei a pedir outras coisas fora da lista, só para ter chance de falar e, quem sabe, ver o que podia rolar.

A vendedora foi receptiva. Não era bonita, mas não era feia. Alta, mas de tipo físico comum. Uma típica latina que mora nos EUA. Não fossem detalhes, passava batida na multidão. Aliás, em NY, ela passava batido na massa. Seu nome no crachá era Glória e conversamos bastante. Me contou que era americana de nascimento, filha de um costarriquenho com uma nova-iorquina. Não contou que era transexual. Não precisava. Eu já sabia, como ela iria saber mais tarde. Decidi fechar a conta e partir para o ataque. O não eu já tinha. Podia ter o sim. Perguntei se ela falava espanhol, pois até então conversávamos apenas em inglês. Me respondeu com um espanhol impecável. Aí foi minha vez de ser direto. Perguntei se ela que horas ela saía e se queria assistir “O Fantasma da Ópera” comigo, já que eu era um homem casado, mas sozinho em Nova York, com duas entradas para o teatro. Acreditem: ela nunca tinha visto a peça e morria de vontade de ir. Mas tinha um problema: estava sem roupa adequada para o teatro e não daria tempo de ir em casa e voltar, pois morava no Bronx.

Aí foi a vez de eu atacar. “Se você confiar no meu gosto, posso comprar a roupa, que será um presente. Você se troca no meu hotel, vamos ao teatro e depois jantamos. Aí te deixo em casa”, ataquei. “Confio no seu bom gosto. Mas eu posso ir sozinha depois. Todos me conhecem onde moro”, respondeu, já topando. “Ok, então. A que horas te pego?”, disse. “Saio às 6”, respondeu. Dava tempo de sobra para finalizar ali, mas senti que Glória queria conhecer bem com quem iria sair. Dei, então, o tiro de misericórdia na história. “Te pego naquela saída e vamos a meu hotel, que é aqui perto. Você se troca e seguimos para o teatro”. Nenhuma insinuação sexual. Recebi, então, um “está bem”, paguei a conta, me despedi e fui catar vestido que desse liga com o sapato que ela usava, duas garrafas de champanhe, duas taças, uns petiscos e os ingressos, pois não tinha tíquete nenhum.

Felizmente, depois de duas horas de fila no sol, achei as entradas no Tkts na Times Square com 50%. O vestido eu comprei na Macy’s, junto com as taças. O petisco veio do supermercado e a champanha de uma lojinha de bebidas. Preço da farra, ainda sem saber se rolaria sexo: 300 dólares, fora os produtos que comprei a mais. Às 6 em ponto estava na porta combinada e já tinha arrumado as coisas no quarto. Vestido deixado numa cama (eram duas de casal), champanhe num balde improvisado, com gelo das ice machines, petiscos nas embalagens, as duas taças, cenário, enfim, de quem está afim. Ah, claro, um ramo de flores, para ela, ao lado do vestido. Toque de gentileza.

Peguei Glória e subi com ela para meu quarto sem sequer tocar na moça. Ao entrar e ver aquilo tudo que eu preparara, ela entendeu. Olhou para mim e começou a confessar a transexualidade. “Adorei. Mas não sou o tipo de mulher que você espera”, disse. “Para mim, você é uma mulher muito especial, e isso é o que importa”, respondi. Ganhei um beijo na boca. Bem gostoso, diga-se de passagem. Dava para começar tudo ali, mas tínhamos o teatro e lembrei a ela que o tempo conspirava contra a gente.

Marquei mais um ponto.

Enquanto ela tomava banho, eu petisquei e bebi um pouco. Quando ela saiu, enrolada na toalha, tive vontade de começar a coisa, mas me contive, pedi licença e fui tomar meu banho. Deixei ela à vontade para se vestir. Saí do banheiro já de cuecas e estiquei meu braço para pegar as calças, penduradas no cabideiro perto da porta. Não a vi nua, nem, me deixei ver nu. Sedução total. Terminamos a primeira garrafa e saímos batidos para o teatro. Assistimos à peça e, depois, sentamos para jantar ali perto. Restaurante, por sinal, barato, mas a conta deu mais uns 80 dólares. Tudo ótimo. Além da possibilidade cada vez mais real de um bom sexo, isso iria acontecer com uma mulher especial, pois Glória era muito inteligente, sofrida e lutadora.

Saímos do restaurante de mãos dadas. Trocamos beijos pelo caminho. E, ao chegar no hotel, resolvi atacar. “Tem outra garrafa de champanhe lá em cima. Toma ela comigo?”, ´perguntei. “Claro, é o que eu mais quero”, ela respondeu, meiga. “Fica comigo hoje, dorme aqui...”, sugeri. “Vamos ver...”, ela deixou no ar. Subimos já nos agarrando, pesado. Beijos mais intensos, agarrei ela pelas costas e cheirava seu pescoço, apertava seus seios. Glória gemia... Entramos no quarto já nos livrando da roupa e quando deixei o vestido deslizar no seu corpo e fui tentar tirar sua calcinha ela quis parar...

“Não posso... Você vai se decepcionar”.
“Glória, eu sei quem você é e te quero deste jeito. Não importa como ou onde você nasceu. Importa quem você é”, eu disse.
“Mas eu sou homem”, ela respondeu. “Não, Glória, você é mulher e vai ser minha mulher agora”, respondi, com meu bom espanhol.

Aí foi a vez de ela virar bicho... Deu meia volta, me tascou um beijão na boca e já foi desabotoando a minha calça. Ficamos nus, juntos. Meu pau, duríssimo, parecia um gigante perto do pauzinho dela. Caímos na cama, nos beijando. Na minha cabeça não ficara claro ainda que eu seria o ativo. Mas jamais empurrei a cabeça de alguém em direção a meu pau. Assim, estrategicamente, rolei com ela na cama, em direção à cabeceira, enquanto nossos paus ainda se roçavam. Depois, desgrudei do beijo e subi um pouquinho, suficiente para dar a dica. Ela começou a beijar meu peito e, entre um “que hombre” e outro, desceu devagar, até abocanhar meu pau. “Ai, papito, qué rico”... Quase gozei na boca dela esta hora.

Saquei, então, uma camisinha da cabeceira e coloquei no pau. Virei Glória de bruços e comecei a lamber suas costas. Besuntei bem o dedo de KY Warm, que conheci lá, e enfiei no cu dela. “Ai, que caliente... Quero todo...” Era hora de penetrá-la. Virei-a de frente e disse que queria ela como os homens querem uma mulher, olho no olho, boca na boca. Glória levantou as pernas e eu meti, devagar para não gozar... Cheia de tesão, Glória revirava os olhos, me chamava de papito, lambia os lábios... Eu cravava nela com tesão, quase gozando. Acabei enchendo a camisinha em seu cu de porra.

Caímos de lado enamorados, trocando beijos. Glória me acariciava, dizia que eu era um homem especial. E eu ainda estava de pau duro, pois o Levitra que eu tomara escondido depois do jantar fazia efeito... Tarada, ela pediu mais. Dessa vez ia ser de quatro. Coloquei a camisinha e começamos assim, mas depois eu quis fazer de uma forma ainda mais macho e fêmea e forcei meu corpo para que ela deitasse. Com a bunda para cima, pernas escancaradas e sendo comida com força, Glória me disse que iria gozar, o que era raro, segundo ela, pois seu pau estava roçando na cama, no ritmo de minhas bombadas. Queria mudar de posição, veja só, para não gozar e sujar o lençol. Agarrei as mãos dela por cima, tranquei as pernas com as minhas e empurrei com ainda mais força, para não haver possibilidade de mudança. Ela não aguentou a pressão e se esporrou toda. Despejei litros de porra na camisinha em seu cu. Segunda gozada, a primeira juntos... Demos, então, um tempinho, pois foram duas praticamente em seguida, e o rabo dela estava ardendo um pouco, especialmente pelo ritmo da segunda foda. Tomamos banho juntos, repleto de beijos e brincadeiras eróticas (a chupada dela era sobrenatural), mas sem gozo ou penetração.

Bebemos mais um pouco de champanhe e conversamos. Ela me contou de sua vida, e aí soube que ela era muito sofrida. O pai voltara para a Costa Rica, e ela se sentia responsável pela separação dos dois, por suas escolhas sexuais, embora a mãe dissesse que isso jamais influiu no divórcio. Sua infância foi marcada por brincadeiras abusivas na escola. Estudou até poder ter um emprego decente, mas jamais pôde pensar em universidade. Não pelo preconceito, mas por falta de dinheiro mesmo. Trabalhava duro e juntava grana para se operar no Equador, em Marrocos ou na Tailândia. Nunca se prostituiu. Mas chegou a pensar no assunto. A mãe, filha de italianos, vetou. Transexual, sim. Puta, não. Essa era a cabeça da senhora.

Passamos a noite trepando. Foram mais duas transas. Na primeira, ela disse que queria sentir o gosto do meu pau e chupou até que eu gozasse, indo ao banheiro para cuspir. Na segunda, coloquei ela sentada no meu pau, cavalgando até que eu gozasse. Glória não gozou mais, mas disse que era normal. Seu gozo era mais na cabeça e ela nem gostava de ejacular, tanto que evitou ao máximo, na segunda foda. Mas o meu ritmo naquela trepada foi sem igual.

Dormimos juntinhos, abraçadinhos, sendo despertados pelo café da manhã, às 8h30, para que ela tivesse tempo de se arrumar e ir trabalhar. Não sem antes, claro, de nos despedirmos com mais uma trepada daquelas, com ela deitada na cama e eu em pé, com as pernas dela no meu ombro, bombando bem fundo e beijando aquela boquinha linda. Às 9h45, Glória me deu adeus e deixou minha vida. Tenho seu telefone até hoje, já nos falamos várias vezes, mas não conseguimos, ainda, nos rever. Soube que mudou de emprego e que ainda não se operou.

A deusa Barbie Woods
Outra gringa fantástica foi a Barbie Woods. Comi ela durante umas férias, em um rolê sozinho pelos Estados Unidos. Eu não ia fazer nada, mas jogando em Vegas ganhei um dinheirinho na roleta. Como sempre tive tesão na Barbie Woods, hoje Brittney, quando vi o anúncio dela no Eros Guide quase caí para trás, já que ela estava em... Vegas.

Telefone na mão, ligo e acerto tudo. O preço foi no padrão do programa em dólar, mas quem estava pagando mesmo era a roleta do MGM, então marquei de ela ir no meu hotel, que não era o mesmo do cassino em que ganhei. Desci e esperei ela na garagem gratuita. Não veio, claro, a mesma Barbie Woods dos filmes, pois uma década se passou e o corpo e o rosto mostravam os desgastes. Mas nada que comprometesse. Ainda era uma bela e atraente trans. Seguimos pela ponte que ligava ao cassino e subimos para o quarto. No elevador, rolou um beijo na boca.

No quarto a coisa foi boa. Muito boa. Assim que fechei a porta, já agarrei ela por trás, com o pau duro, e fui beijando o pescoço devagarzinho. Fiz seu vestido cair e apareceu um fio dental. Tirei a pica para fora da cueca e esfreguei na bunda dela... Imediatamente, ela sacou uma camisinha, se virou, ajoelhou e colocou no meu pau, para cair de boca. Mamou com dedicação e maestria, falando sacanagens em inglês. Perguntava se eu queria comer o cu dela, se eu iria mostrar a potência dos latinos. Eu, lógico, não podia decepcionar todo o continente...

Animado, mandei ela virar que eu queria meter. Ela tirou a calcinha, ficou de quatro na cama, passou um gel no rabo e arqueou as pernas, para ficar na minha altura. Apontei o pau na portinha e meti. Meti, não. Fui sugado pelo buraco anal. Entrou quase tudo duma vez e ela ficou arrepiada e pediu...

"Oh, baby, fuck me harder".  

Cara, você ver uma gata pedir pica assim chega a dar uma certa emoção. Meti com força, o mais "harder" que pude. E ela lá... "Deeper... Harder..." Mandei ferro com gosto. Gozei. Desengatei dela e caí na cama. Ela tirou a camisinha, levou no banheiro e foi se limpar e vestir. Era isso que tínhamos combinado e, pelo preço, estava bom. Voltou para o quarto, pegou o envelope com o dinheiro (um pedido dela), me deu um beijo e saiu.
Fiquei ali, meio bobo, pensando: "caraca, comi uma estrela internacional".

Mas logo caí na real. Foi um programa legal, mas as minas daqui são muito mais quentes. Por isso, fazem sucesso no mundo. E atualmente poucas gringas fazem a minha cabeça - sem contar que, com o dólar a R$ 4, não vai rolar nem com roleta.
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Uma vez. E inesquecíveis

Mensagem  Velasco Alvarado em Ter Mar 29, 2016 5:10 pm

Com muitas bonecas eu saí diversas vezes, quase que como um fiel cliente. Com outras, apenas uma vez. O legal é quando uma foda ocasional acaba ter marcando e enchendo de lembranças. São estas bonecas que vou relatar abaixo.

Cristiane Lernon, a musa dos anos 90
A primeira vez que eu a vi foi nas páginas da Big Man Internacional, se não me engano no final dos anos 90. Era uma delícia, ninfeta ainda, posando entre as mulheres. Depois, uma noite, em Copa, eu a avistei e paramos para conversar. Quase quebrei o juramento de fidelidade e a coloquei no carro, mas estava noivo e resisti. Passou o tempo e ela estrelou a primeira grande cena pornô nacional, com o marido Fábio Scorpion, onde ele enfiava uma cereja no cu dela, mandando que ela devolvesse para ele comer. Já não era mais infeta, mas sim um mulherão, com os peitos turbinados e um corpo mais cheio de curvas. E o filme era uma coleção de pirocadas de parte a parte (mais dele nela que dela nele), sem camisinha e com gozadas. Cristiane tinha tudo para virar estrela, mas foi ele quem virou o queiridinho dos cineastas e acabou se separando dela para casar com a Isis Fscher.

Vida que segue. Estou no Rio, por volta de 2001, quando vejo um anúncio da Cristiane em um jornal. Ligo e marco no apartamento dela, em Copa. A musa me recebe toda queimadinha de praia. Um tremendo corpaço, com as tradicionais tatuagens. Avisei logo que era ativo e que tinha um tremendo tesão na bunda dela desde o filme. Ela não se fez de rogada: vestiu meu pau com uma camisinha, me deitou na cama e chupou até cansar. Quando eu estava alucinado, ficou em pé, ao lado da cama, me mandou levantar e meter.

Meti sem dó, a piuca atravessando aquele bundão dela. Me entusiasmei tanto que comecei a gritar... "Porra... caralho...Tô comendo o cuzão da Cristiane... Tô comendo uma capa da Internacional...." E ela se assanhou, batendo uma bronha. Avisei que ia gozar, aumentei as estocadas e ela caprichou na punheta. Acabei aos urros, enquanto ela se masturbava e esporrava na parede de casa... Uma doideira. Me deitou na cama, tirou a camisinha e conferiu se estava tudo ok. me deu um beijo, deitou no meu peito e me disse que eu era muito gostoso. Fiquei amigo dela, trocando telefonemas, até que ela parou de responder. Não sabia, mas ela estava doente e morreu em 2003. Uma pena.

Juliana Sarahyba, uma musa que sumiu
Esta apareceu e sumiu como um meteoro, por volta de 2004/2006. Conheci pelos fóruns e começamos a teclar por MSN. Marcamos um programa no Rio, onde a gata gaúcha estava morando. Desci no aeroporto, deixei as malas no hotel e rumei para Ipanema, onde ela me esperava. Cheguei com uma caixa de bombons e ela pirou. Queria porque queria que eu dormisse com ela e fez o programa mais suave que tive na vida. Beijou muito a minha boca, acariciou meu corpo todo e, nua, subiu em cima de mim para chupar meu pau.

Chupou por horas, enquanto eu sentia seu pau, duro e grande, babar em cima na minha perna. Juliana era só passiva, mas entusiasmava-se com um bom cacete. Depois de muito tempo chupando, e de várias quase gozadas, pedi para comê-la. A delícia ficou de quatro, com a cara na parede, enquanto eu, de pé, bombava o cu dela. E demorei a gozar, aproveitando o corpaço da guria. Sair da casa dela foi a coisa mais difícil, mas eu tinha de ir. Ainda trocamos umas mensagens, mas ela sumiu sem deixar nem rastro, nem fotos na internet.

Letícia Close, a sarada de Catanduva
Conheci ela em 2010, em Belo Horizonte. Um programa irretocável. Perfeito mesmo. Cheguei meio esbaforido à casa dela, pois parei longe e a rua em que ela morava é uma bela subida. A menina, que abriu a porta só de calcinha, com aquele corpaço, me serviu uma água e me acalmou. Além da subida, havia um pouco de ansiedade, pois eu estava há dois anos sem transar com bonecas.

Aos poucos, Letícia me levou para a cama. E começou a oferta de seu cardápio de possibilidades sexuais. Em segundos, ela estava com a pica dura. Pediu para que eu pegasse, mas recusei e ela numa boa, embora lamentando um pouquinho. Quando viu minhas pernas, tarou. Sou bem musculoso do quadril para baixo, e ela enlouqueceu com a coxa e a panturrilha. Passava a mão, esfregava. Deu uma passadinha de mão na minha bunda, mas quando deitei de bruços foi respeitosa com minha limitações.

De frente outra vez, com ela alisando minhas pernas, comecei a ganhar beijos no peito e na barriga. Aos poucos ela foi baixando e, zapt, abocanhou o meu pau, dando uma mamada de classe. Ela sabe o que fazer. A chupeta da Letícia é inacreditável. Parece que teu pau está deslizando numa boceta molhada. Por três vezes, tive de pedir para ela parar ou eu iria gozar. Parou, na maior paciência. Agarrou-se comigo, esfregou corpo com corpo, beijou minha boca. Relaxei de vez.

Na última sessão de chupadas, com o pau durão, avisei que queria mandar pica no rabo dela. A essa altura, em vez de me chamar de gato, ela só me chamava de “putão safado”. Pegou uma camisinha e vestiu meu pau, enquanto eu enfiava um dedo no cu da gata, de quatro na cama. Pediu para que eu fosse devagar, pois não tinha transado no dia. Avisei que iria devagar, mas rápido, pois o tesão estava a mil. Meti naquele cu gostoso com carinho. Minha pica deslizou suave e foi bombando aos poucos. Uns três ou cinco minutos depois, avisei que não dava mais e que iria gozar. Enchi a camisinha. Ela mesma encarregou-se de retirar a minha pica do seu cu e a camisinha do meu pau. Me encaminhou ao chuveiro, onde dois frascos de sabonete líquido me esperavam. Depois, me entregou uma toalha limpa.

A transa tinha acabado, pois eu tinha de ir para casa. Mas se eu quisesse, ficava mais. Isso porque a gata foi supercomunicativa desde o início, me deixando muito à vontade. Não atendeu celular, não fez pressão para gozar, é simpática, tem papo e é inteligente. Dona de um corpaço sexy, é bonita e beija gostoso. Me levou na porta peladinha, onde fez novas sacanagens e me revelou que ama comer buceta. Lamentei apenas não ter conseguido encaixar a agenda quando ela esteve em Brasília para um revival. Mas espero uma nova chance

Gracianne (Emilly) Weickert, musa fitness
Em 2011, de férias pela Cidade Maravilhosa, arrisco um passeio na madrugada por Copa. Na Atlântica, vejo a Gracianne/Emily. Linda, malhada a estonteante. Como estava dando uma volta na minha mulher, que me aguardava no hotel, tinha um alvará curto. Mas paro e proponho a ela uma brincadeira diferente, sem sexo, mas uns beijos e uns amassos no carro, rapidinho. E ela topa... Vamos para o Leme. No caminho, ela já me dá um delicioso beijo na boca no cruzamento da PJ com Atlântica.

Paramos o carro no Leme e começa o sarro. Como aquela delícia beija bem... Língua frenética, boca molhada, quase te engolindo. Eu meto a mão naquela bunda e naquelas coxonas. Ela agarra meu pau por cima da calça. O clima esquenta tanto, fico tão excitado, que acabo gozando só com a sarração. Uma delícia. Volto, deixo ela no Lido e me prometo que, antes de terminarem minhas férias, ia voltar.

Três dias depois, consegui escapar e fui ao apartamento da Gracianne/Emily. Só que devo ter escolhido a pior hora do mundo, já que o cachorrinho dela resolvera promover uma devastação na casa. Me pedindo mil desculpas pela bagunça, ela me recebeu. Apesar do esforço para deixar tudo habitável, havia um cheiro ruim em pontos da casa. Mesmo assim, ela procurou superar as adversidades. Beijou, chupou, sentou no meu pau e deu o cu com força e respeitou meus tempos, sem reclamar quando meu pau endurecia ou amolecia. No final, deixou eu gozar em sua boca gostosa. Mas confesso que, se soubesse do ocorrido, tinha levado a Gracianne/Emily para um motel, para aproveitar mais.

Gabrielly Close, outra musa sarada
Essa eu quase deixei passar na primeira vez que esteve aqui. Já estava de olho nela, quando, uma noite, a avistei no SCS. Estava aqui, sem telefone ou kit. quando arrumou tudo, eu fiquei duro. Mas não deixei passar. Estava com um bom alvará e liguei para a bela. Me pediu um tempo, pois estava no banho. Combinamos que ela me avisaria por SMS. E assim foi feito. Na hora em que ela pôde me atender, eu já estava perto do seu apê no Sudoeste. Cheguei, conversamos um pouco sobre a cidade e fui tomar uma ducha básica, pois eu estava na rua desde cedo.

Na cama, ela foi exatamente o que eu queria: MULHER. Veio por cima de mim, me beijando gostoso e me dando os peitões para chupar. Depois, desceu rumo a meu pau, que ela engoliu e fez ficar duro. Uma belíssima chupada. Daquelas de quase perder o controle, com direito a pau na goela. A Gabrielly tem garganta profunda e leva o pau até onde você não imagina. Fiquei de pé, brincando de meter na sua boca deliciosa, intercalando a chupada com beijos na boca. Beijos molhados, com línguas sambando para lá e para ca...

Antes que eu gozasse com aquela sessão erótica de chupadas e beijos, pedi seu cu. Já havia dedilhado o tão sonhado buraquinho do prazer, mas queria meter naquele mulherão de mais de 1,80m. Ela colocou a camisinha, chupou mais e fomos à luta. De quatro, ela baixou a bunda para que eu enfiasse. Direcionou meu pau no cuzinho e eu meti. Melhor: fui engolido por aquele cuzão delicioso... E aí meti gostoso, atolado até o talo. Fiquei, literalmente, bombando no fundo do cu dela, pois queria beijá-la mais. Ela retribuía a todos os beijos. Bombei muito, mas aquela boca me atraía. Tinha de beijá-la. E eram muitos beijos molhados, babados, deliciosos. Fodia e falava besteira no ouvido dela, e beijava, e metia. Uma deliciosa loucura.

Avisei que ia gozar e ela, me beijando, virou a cabeça e pediu que eu enchesse o cu dela de P.... Lotei a camisinha, enquanto metia a língua naquela boca. Depois, ela tirou o pau do rabo.

Pena que quando voltou à cidade eu estava duro de novo...

Dan Dan Coelhinha/Flavinha Mendes, uma tremenda gata
A Dan Dan foi outra que sumiu. Era gata ao extremo. Me ganhou na conversa ao telefone. Fui numa boa, com tesão moderado, mas quando a porta abriu, meu queixo caiu. A menina era melhor que nas fotos. Alta e linda, com um corpo perfeito, de cinturinha fina, peitos apetitosos e sem cicatriz e uma bundão maravilhoso. Maravilhoso mesmo. Fiquei babando ao ver aquela fêmea de pé, na minha frente.

Na hora do rala e rola, a menina sabia o que fazer. Beijava gostoso e chupava maravilhosamente. Chupada babada, com garganta profunda, um tesão. Tratou minha rola com a dignidade que ela merece. Como ela me deixou à vontade, meu lado tiozão putanheiro aflorou fácil. Pedi o cuzinho dela, que nem pestanejou. Numa manobra rápida, ficou de quatro e se abriu um rego onde pontificava um buraquinho rosado, aparentemente fechadinho. Ela passou KY nele e na rola, apontou e, pimba, a rola deslizou apertadinha pra dentro da mina. Aí ela se revelou. Rebolava, mexia a bunda com vontade, dava com gosto mesmo e me fez sentir o cara mais foda do mundo. Meti sem dó, com gosto mesmo. E ela lá, rebolando, falando sacanagem, beijando. Fodi com gosto e sem pressa, até que deixei ela rebolar firme com minha rola no rabo. Agarrei ela pela cintura e bombei até gozar.

Depois de gozar, ficamos conversando um tempão. Podia ter dado uma segunda, mas preferi a prosa. Saí do apê dela com a certeza de que tinha conhecido uma mina especial. mas nunca mais a vi. Pelo que soube, largou os programas e apagou os rastros da internet.

Juju Dourado, musa trintona
Juju Dourado era uma personagem única. Tinha um blog onde falava de suas desventuras à caça do homem perfeito. Não se prostituía, era apenas passiva, trabalhava de cabeleireira e morava na Lapa. Rejeitava a possibilidade de transar com coroas e por dinheiro. Mas, um dia, foi para a Itália e tudo mudou. Voltou ao Brasil disposta a dar e comer, passou a atender todos e finalmente conheci esta mulheraça.

Era madrugada, por volta de 1h40. Mais cedo, tinha passado um whatsapp para ela, que respondeu exatamente quando eu estava saindo do bar. Combinamos tudo e rumei para Copa, já avisando que meu estado etílico era alto. Cheguei e subi. E pude me deleitar deliciosamente com uma mulherona libertina....

Na maior paciência, aturou meu bafo de cerva. Mais que aturou. Beijou minha boca gostosamente e inúmeras vezes. Me chupou gostoso, me fez sentar em seus peitos e enfiar o pau na boca, com muita putaria. Depois, encapou meu pau e ficou de quatro. Como eu tive dificuldade para penetrá-lá, virou-se num delicioso frango assado e, com paciência, endureceu meu pau e meteu dentro dela. Aí foi só alegria. Bombei e beijei ela até cansar. Afinal, estava comendo o cu de uma das minhas musas... Depois de um tempinho, avisei que iria gozar e enchi a camisinha, fato destacado por ela, que tirou a peça do meu pau...

Deitamos, conversamos um bocado, nos beijamos mais e, em seguida, fui embora, satisfeito por ter feito um baixa programa, com uma dama educadíssima, engraçada e tesuda, por um preço honestíssimo.

Juju tinha o hábito de escrever suas experiências em um fórum. De repente, começaram a zoá-la, sem motivo. Ela se encheu, juntou seu dinehrio e foi viver em Londres, onde é feliz.

Alinne Donato, a morena que ainda vou pegar de novo
Na curtíssima passagem dela por Brasília eu fui. Há muito conversávamos e eu tenho um baita tesão nela. Encontrei-a no ap que ela ocupava. Mignonzinha, linda, preferencialmente passiva, ela é uma mulher. Peitos gostosos de chupar, aparelho nos dentes, uma gatinha. E uma bunda de arrepiar.

Experimentei apenas o lado passivo dela. Me chupou, encapou o bicho com uma camisinha e meti no cuzinho apertado dela. Quando ela dá uns apertões, o que é estreito fica ainda mais. Bombei até cansar, pois estava usando uma camisinha com efeito retardante. Ela não reclamou. Ao contrário, adorou ser penetrada de quatro. Depois de uns minutos bombando, gozei.

Batemos um longo papo (ela tem bastante conteúdo e boas histórias) e, daqui a pouco, mais beijos, carinho e pau duro. Encapa o bicho e põe para dentro, não sem um certo esforço, pois na segunda a camisinha retardante atrapalhou. Mas ela ajudou e quando o pau endureceu e entrou, foi só alegria. De novo, bombei até cansar e gozei. Fiquei de pernas bambas...

Aguardo um reencontro. Hoje ela vive em BH.

Melissa Close, uma passiva e tanto
Bom, quando o tesão bate, não tem jeito. Conheci a Melissa pelos fóruns e quis comer a gostosa. Fui ao Rio e corri atrás, literalmente. Encontrei essa morena linda, gente boa e 100% passiva numa noite na Augusto Severo, ao lado de um monte de outras lindas gatas, mas meu tesão era nela. Rodei até não poder mais e quando consegui uma brecha, levei ela para o Hotel Alameda.

Foi um programa divino. Beijos de língua, abraços, carinhos, uma chupada bem dada no meu pau. Foi tão legal que eu consegui foder esta menina com calma e com gosto. Ela é mulher. 100% mulher. Uma delícia. Comi sem pressa, mesmo em programa de pista, sem falha ou rateada. Foi perfeito. Acabado o programa, ainda presenciei um diferencial: a menina tomou banho e passou hidratante no corpo. Em quase 30 anos de pista, foi a primeira a fazer isso. Um diferencial que não podia deixar de registrar. Quem pega essa gata, pega uma menina 100% limpa e cheirosa.
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Dose dupla

Mensagem  Velasco Alvarado em Qui Mar 31, 2016 11:26 am

Com algumas bonecas eu consegui ter mais de um encontro, mas não muito mais que dois. Não que elas não fossem amantes fantásticas. Nada disso. Em geral, era um combinação de pouco dinheiro, vontade de variar e/ou vontade de parar. Hoje vou lembrar de algumas delas, todas daqui de Brasília.

Bárbara do Brasil e as garagens do SCS
Essa loura esteve em Brasília no começo da década passada. Lourona e bonita, veio de SP, ficou um tempo e vazou para nunca mais. Queria fazer programa de dia nas ruas e não se adaptou bem aqui. Mas deu para comer ela em duas circunstâncias.

A primeira foi na pousada em que ela morava, na W3 Sul. Ela não podia receber homens lá, mas como eu estava de terno, gravata e pasta, ela disse que ia dar um jeito. Chegamos, paramos na porta e ela me mandou descer com a pasta. Fiz, sem saber muito bem o que ela estava pensando. Ela chegou para o porteiro e arriou a seguinte cascata: "Oi, querido. Ele é o doutor Palhares, o advogado que está tratando da minha mudança de nome, e vai lá comigo pegar uns documentos que eu tenho de procurar. Vou demorar um pouquinho, ok?". O porteiro não discutiu, muito menos do "doutor Palhares" aqui...

Entramos e ela só me recomendou duas coisas: não falar alto ou gemer. Topei. Tiramos a roupa rapidinho. Queria fazer troca-troca, mas eu descartei imediatamente. Então, ela caiu de boca :gozonaboca: :gozonaboca: . E sabia o que fazer. Logo ficou de quatro e eu meti fundo no cuzão bana bana banan banan da loura, tudo em silêncio ou entremeado com frases do tipo "não, este documento não serve" ou "isso sim".... O "advogado" aqui usava uma linguagem cifrada para dizer o que estava bom. Acabei ficando com um tesão fdp e gozei. Ela me tirou dentro dela, removeu a camisinha e nos vestimos. Na saída, deixei um cartão com o porteiro, dizendo que, se ele precisasse de um advogado, podia me ligar. Era o cartão de um amigo meu....

A segunda saída foi no SCS. Ela já não podia mais receber o advogado e propôs a gente foder nas garagens subterrâneas dali. Nunca tinha ido, então tentei. Era dezembro e estava calor, então ficamos com o carro ligado. Ela chupou meu pau, pôs a camisinha e deu uma ideia muito louca: "desce do carro e me fode em pé"... Eu estava no clima e aceitei. Ela ficou de quatro no banco do carona, com o bundão para cima, e eu metendo, no meio da rua. Um troço tão doido e adrenalinado, que gozei rapidinho, fechei as calças, entrei no carro e vazei.

Deixei ela de volta no ponto e saí. Só na porta de casa eu descobri que ainda estava de camisinha... Puta merda... Ainda bem que havia um terreno baldio em frente. Fui lá, fingindo que ia dar uma mijada, tirei o flagrante e descartei....

A alta e elegante Amanda Houston
Durante muito tempo, a Amanda Houston frequentou o SCS, na época em que aquele espaço não era a zumbilândia de hoje. Avistei aquela morena várias vezes, mas não saía. Não sei o porquê. Mas desconfio que era por causa da Sany/Camilla Rodriguez, com quem eu saía muito. Mas, depois de um tempo, resolvi provar as delícias daquela altona. Convidei para um motel e um programa mais longo. Ela topou.

Fomos lá para o Bandeirante e resolvi fazer a festa com aquele mulherão. Estava mais magro e forte, e ela gostou. Mamou com gosto e pediu para que eu a comesse. Coloquei ela de quatro e meti bem gostoso. Ela começou a empinar o bundão e enfiar a cara na cama, louca de tesão. E aí eu resolvi fazer uma doideira: fiquei com os pés na cabeceira da cama e os braços nas costas dela e metia igual a uma gangorra, fazendo flexão... Ela adorou e logo eu gozei.

Na outra saída, repetimos boa parte do enredo, mas sem as flexões. Era muito.

A musa do carnaval Vanessa Vaz
Quem conheceu o antigo BonecasDF sabe quem era o lendário Paulinho. Um T-Lover frenético, que sempre dava boas indicações. Relato dele era uma chancela de qualidade. E sempre vi que ele elogiava muito a Vanessa Vaz. Resolvi marcar um programa, certo de que encontraria uma manhã de muito prazer. Liguei por volta de 11h30m e marquei em um supermercado de Brasília, pois teria de sacar o dinheiro do programa antes. Ela anunciava em site e deixava o preço do relax público, mas resolvi sacar um pouco mais. Eu estava com tempo e, de repente, eu poderia querer mais saliência.

Pois bem, ela passou, com seu carrão (lindo demais), para me conduzir ao seu apê. Subimos juntos e, enquanto ela se refrescava, eu deitei na cama, já de cuecas, aguardando aquele mulherão, que tinha sido rainha trans do carnaval de Brasília há alguns anos, eleita pela BrasíliaTur.

Vanessa chegou à cama toda linda, nua e sensual. Um corpaço. Cheirosa sem excessos, ela foi logo se esfregando em mim e pegando no brinquedo. Colocou meu pau duro sem maiores problemas e começou a fazer um boquete delicioso. Fiquei empolgado e, mesmo sem estar no ponto de bala, percebi que podia gozar a qualquer momento. Ela deu um tempinho e, sensual como uma gata, se esfregou em mim. Aí pedi que ela voltasse a me chupar, pois queria gozar deste jeito. Ela atendeu e, em segundos, me acabei.

Ela me limpou todinho... Deitou-se a meu lado, pra gente conversar. Fiquei fazendo carinho nela, trocando idéias e me empolguei. Sabendo que o programa já havia acabado, fiz a proposta de esticar uma segunda, mesmo sem ter certeza se ia conseguir penetrá-la, já que a segunda, assim, engatada na primeira não andava funcionando bem. Começamos a nos beijar e esfregar. Esfreguei a pica dura naquele rego delicioso, ela me chupou mais, mas quando paramos para colocar a camisinha, a ereção deu uma enfraquecida.

Mas quem disse que ela desistiu? Coloquei a Vanessa com o rabinho pra cima e me masturbei até encher de porra a tatuagem dela, acima da bunda. Tivesse mais dinheiro e tempo, e eu ficaria na sua casa por horas. Mas tinha de ir. Tomei uma ducha (maravilhosa) em seu banheiro impecavelmente limpo. Antes de ir embora, nos despedimos com um delicioso beijo na boca.

Uns meses depois, voltei na Vanessa. Fui na maior pressa, tava cheio de compromissos e tinha uns 30 minutos apenas. Acertamos o programa e em cinco minutos já estava batendo na porta do seu privê. Tomei uma ducha rápida, fomos para a cama, eu de olho no relógio, e ela começou o show. De quatro, começou a mamar meu pau faminta. Eu estava cheio de tesão e meu pau ficou logo duro. Enfiei o dedo no cuzinho dela (mas ela prefere a pica) e logo nos preparamos para meter, mas o moleque foi mais rápido e antes que eu enfiasse naquela bunda gostosa, começou a despejar porra na camisinha. Com uma agilidade de ninja, a Vanessa se virou e meteu o pau na boca, devidamente encapado, completando minha pressa com uma mamada espertíssima.

Tempo esgotado. Eu não tinha mais nem meio minuto para curtir aquela deusa. Corri para o banheiro, nova ducha, paguei, dei um beijo naquela boca gulosa e me despedi. Detalhe: a Vanessa me recebeu sem um pingo de maquiagem no rosto, cara lavada. E era linda. Uma gata mesmo.

Luanna Brunê, de ninfeta a mulherão
Durante vários dias eu cerquei a Luanna, então uma ninfeta, mas estava duro. No dia em que ele deu as caras, fui ver a menina. Encontrei ela na W3, a caminho da pista da 711 N. Conversamos, acertamos preço e decidimos ir a um motel. Fomos no Flamingo e no caminho a conversa fluiu bem. Chegando no motel, tirei a roupa logo e ela me seduziu aos poucos, como manda o figurino. Ainda por cima tirou o batom para não deixar marcas.

Sua chupada foi excepcional. Então, coloquei ela de quatro e meti pica em um dos cus mais apertados que eu já vi. Não consegui meter tudo. Meti só meio pau, com dificuldade. E não era truque para a pica não passar. É que é apertado mesmo. Bombei uns minutinhos, pois estava com muito tesão, e gozei. Para mim, foi ótimo.

Pois bem, passou um tempão e resolvi repetir a Luanna, que estava muito mais sacana, curtindo um palavrão para apimentar a coisa e uma boa sacanagem. Não me fiz de rogado. Enfiei o pau na boca dela, que fez uma garganta profunda daquelas na gata magrinha, de cinturinha fina e bundão. Depois da chupada, meti gostoso no cu dela, com ela de quatro, pedindo pica. Cu apertado de novo. Meti sem dó. E ela aguentou. No fim, gozei, batemos um papo e fui para casa, pois já eram 2 e meia da manhã.

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Re: Minhas memórias (Velasco Alvarado)

Mensagem  ofodedor em Dom Jun 04, 2017 5:14 pm

Cara, continue

Li agora seus relatos e curti demais
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